Silêncio de Lula em repudiar ditadura na Nicarágua acende conflitos internos no Governo

Silêncio de Lula em repudiar ditadura na Nicarágua acende conflitos internos no Governo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem hesitado em tornar público no Conselho de Direitos Humanos da ONU, o repúdio do governo às violações desses direitos pelo presidente Daniel Ortega, da Nicarágua. Na última sexta feira, 54 países assinaram essa declaração e condenaram o regime de Ortega, com o acordo de imposição de sanções. Lula quedou-se inerte. O vice, Geraldo Alckmin reagiu. 

O PSB- partido do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, da Industria e do Comércio, aprovou uma nota de repúdio à ditadura da Nicarágua, indicando o que se considera ‘flagrantes violações de direitos humanos, detenções arbitrárias, julgamentos e execuções sumárias, assassinatos e tortura contra dissidentes políticos na Nicarágua. 

Lula, por seu turno, tem o histórico de comparar o governo de Daniel Ortega, na Nicarágua, com o de Angela Merkel, que ficou por mais de 16 anos no poder. Se Merkel pode ficar 16 anos no poder, porque não Ortega, chegou a questionar o presidente Luiz Inácio. 

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