MPAM cobra fiscalização da Capitania dos Portos sobre flutuantes no Tarumã-Açu

MPAM cobra fiscalização da Capitania dos Portos sobre flutuantes no Tarumã-Açu

Ação busca garantir segurança na navegação e cumprimento das normas ambientais e marítimas

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da 50ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Histórico (Prodemaph), instaurou o procedimento administrativo nº 09.2025.00000653-3 para acompanhar a fiscalização de flutuantes no rio Tarumã-Açu, em Manaus.

A medida, assinada pela promotora de Justiça Lilian Maria Pires Stone, dá continuidade à execução da sentença proferida no processo judicial nº 0056323-55.2010.8.04.0012, que trata da ocupação irregular na região. O procedimento foi instaurado com o objetivo de garantir o cumprimento das normas ambientais e marítimas e a segurança da navegação no local.

No documento, o MPAM requisitou à Capitania dos Portos do Amazonas a realização de operação de fiscalização para identificar quais flutuantes estão devidamente licenciados ou registrados como embarcações não motorizadas, além de verificar a distância regulamentar entre as estruturas e avaliar as condições de navegabilidade do rio diante da concentração dessas construções.

Segundo a promotora Lilian Stone, a atuação do Ministério Público busca prevenir riscos ambientais e assegurar o uso ordenado do Tarumã-Açu.

“O Tarumã-Açu é uma área de grande importância ecológica e um bem de uso comum do povo. Nosso objetivo é garantir que permaneça assim para essa e para as futuras gerações, conforme preconiza o artigo 225 da Constituição Federal”, destacou.

A iniciativa faz parte do conjunto de ações voltadas à execução da sentença que determinou a regularização das estruturas flutuantes e a proteção ambiental do Tarumã-Açu.

Fonte: Assessoria de Comunicação do MPAM

Leia mais

Exame capaz de detectar o câncer vira centro de disputa judicial no Amazonas

Um dos exames mais avançados da medicina moderna para diagnóstico e acompanhamento do câncer tornou-se o centro de uma disputa judicial no Amazonas. O Estado...

Biometria feita após início das cobranças não comprova contratação de seguro

A 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Amazonas reformou sentença que havia extinguido uma ação contra instituição financeira por suposta complexidade da...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Exame capaz de detectar o câncer vira centro de disputa judicial no Amazonas

Um dos exames mais avançados da medicina moderna para diagnóstico e acompanhamento do câncer tornou-se o centro de uma...

Justiça anula justa causa de bancária que competiu em fisiculturismo durante licença

Uma bancária do Banco Santander, de Itabuna, que estava afastada do trabalho para tratamento de transtornos de ansiedade, com...

Justiça mantém justa causa de motorista que ofendeu colega em grupo de trabalho

A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) manteve a dispensa por justa causa de...

Lei autoriza venda de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres

Está em vigor a lei que autoriza a comercialização, aquisição e posse de aerossol de extratos vegetais (um tipo...