MP denuncia bombeiro militar por tentativas de homicídio e porte ilegal de arma de uso restrito

MP denuncia bombeiro militar por tentativas de homicídio e porte ilegal de arma de uso restrito

Denúncia oferecida pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) foi aceita pela Justiça, que tornou réu o bombeiro militar do Distrito Federal Andrey Suanno Butkewitsch. Ele foi denunciado pelo promotor de Justiça Luciano Miranda Meireles por homicídio tentado por quatro vezes, ocorrido na madrugada do último 28 de janeiro, em Alto Paraíso de Goiás.

Narra a denúncia que o réu e as vítimas estavam em um bar da cidade, quando Andrey iniciou uma discussão banal na fila para pagamento de consumo do estabelecimento. Conforme o relato, após o réu empurrar uma das vítimas, eles trocaram socos e foram separados pelos demais. Em seguida, o grupo de quatro amigos, que já estava de saída do bar, foi alvejado por Andrey, que havia ido até seu carro, estacionado próximo ao carro das vítimas, e pegado uma pistola automática de uso restrito.

Segundo a denúncia, ele atirou quatro vezes contra o veículo onde estavam as quatro pessoas (dois tiros atingiram uma das ocupantes do carro, que só não morreu por circunstâncias alheias à vontade do atirador). As vítimas dirigiram-se ao hospital e Andrey foi preso em flagrante em local próximo ao bar.

O réu confirmou que efetuou os disparos e entregou a arma aos policiais. Apesar de possuir o Certificado de Registro de Arma de Fogo, o bombeiro não possui autorização para o porte, uma vez que o certificado não é válido como porte de arma. Ou seja, ele portava o objeto em desacordo com determinação legal/regulamentar. Desse modo, Andrey foi denunciado também por porte ilegal de arma de uso restrito.

No momento dos fatos, ele estava acompanhado de um amigo, que segurou a arma do crime quando eles voltaram ao bar para pegar uma carteira que havia sido deixada no local. No caso desse amigo, foi proposto pelo MP um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), porque ele somente segurou a arma. 

Com informações do MPGO

Leia mais

Reconhecimento anterior como pardo impede exclusão sumária de candidato de cota racial

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou a reinclusão provisória de um candidato na lista de cotas raciais do concurso do Instituto Federal...

Sem prova de notificação regular, colegiado condena SPC por negativação e rejeita embargos

A falta de comprovação de notificação prévia regular ao consumidor levou a 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Amazonas a condenar a Confederação...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Reconhecimento anterior como pardo impede exclusão sumária de candidato de cota racial

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou a reinclusão provisória de um candidato na lista de cotas raciais...

Sem prova de notificação regular, colegiado condena SPC por negativação e rejeita embargos

A falta de comprovação de notificação prévia regular ao consumidor levou a 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do...

TJAM diz que multiplicação artificial de ações ameaça a capacidade do sistema de Justiça

O entendimento foi exposto pela 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) ao...

Multa fiscal elevada não se confunde com confisco, reitera Justiça

A Justiça Federal reafirmou que multas tributárias de valor elevado não se confundem automaticamente com confisco. Ao julgar recurso...