Consumidora recebe dezenas de chamadas diárias e Justiça condena empresa por abuso

Consumidora recebe dezenas de chamadas diárias e Justiça condena empresa por abuso

O Juizado Especial Cível de Manaus condenou uma empresa de Telemarketing ao pagamento de R$ 4 mil em danos morais após reconhecer que a insistente sequência de ligações publicitárias dirigidas a uma consumidora configurou publicidade abusiva e violação à paz privada. A decisão é do juiz Celso Antunes da Silveira Filho.

Segundo os autos, a consumidora recebia dezenas de chamadas diárias, inclusive à noite e aos fins de semana, de diversos números vinculados à empresa. Mesmo após bloqueios, manifestações expressas de desinteresse e tentativas de identificar a origem das chamadas, o telemarketing persistiu na prática.

Na sentença, o magistrado afastou a tese de “mero aborrecimento” e destacou que a conduta ultrapassou a esfera do razoável, afetando descanso, rotina familiar e trabalho.

Além da indenização, o juízo determinou a proibição imediata de novas ligações publicitárias, sob pena de multa de R$ 200 por chamada, limitada a 30 ocorrências.

Saiba mais:

Insistência que condena: excesso de ligações publicitárias faz empresa de telemarketing indenizar no Amazonas

Leia mais

Sem caso fortuito: interrupção prolongada de energia gera dano moral presumido

A concessionária de energia elétrica responde objetivamente pelos danos decorrentes da interrupção prolongada e injustificada do fornecimento de energia, por se tratar de serviço...

Réu solto com advogado intimado não precisa de intimação pessoal para julgamento

A ausência de intimação pessoal do réu não configura nulidade processual quando ele está regularmente representado por advogado constituído e devidamente intimado dos atos...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Sem caso fortuito: interrupção prolongada de energia gera dano moral presumido

A concessionária de energia elétrica responde objetivamente pelos danos decorrentes da interrupção prolongada e injustificada do fornecimento de energia,...

Réu solto com advogado intimado não precisa de intimação pessoal para julgamento

A ausência de intimação pessoal do réu não configura nulidade processual quando ele está regularmente representado por advogado constituído...

Drogaria que oferecia apenas um banco a equipe que trabalhava em pé deverá indenizar trabalhadora gestante

A falta de assentos adequados para descanso de empregados que trabalham em pé pode configurar  dano moral. Com esse...

Banco é condenado a indenizar marido de empregada por despesas com cirurgia cardíaca em plano de saúde

O juiz Evandro Luis Urnau, da 3ª Vara do Trabalho de Passo Fundo, condenou um banco a indenizar o...