Mensagens captadas de conversas de WhatsApp podem provar crime, diz STJ

Mensagens captadas de conversas de WhatsApp podem provar crime, diz STJ

A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça deliberou pela validez de reproduções de mensagens do WhatsApp como provas de processo penal regular. A deliberação ocorreu em julgamento de habeas corpus, em que o Paciente pediu o reconhecimento do constrangimento ilegal dessas provas. Foi negado.

A decisão, no entanto, contradiz precedente, no mesmo sentido, em contrário, da 6ª Turma do Tribunal da Cidadania. Esse entendimento, ante as circunstâncias, deverá caminhar para uma uniformização de jurisprudência. 

Os ministros concluíram, no caso concreto, que não houve adulteração das provas, não ocorrendo a quebra da cadeia de custódia então indicada na ação de habeas corpus, além de que a sequência de captura de telas teria passado pelo crivo das autoridades coatoras. 

Leia mais

Justiça aplica entendimento do STF e protege mulher ameaçada fora do ambiente doméstico

O juiz de Direito Leonardo Mattedi Matarangas, durante o plantão judicial do polo 5 - do qual fazem parte as Comarcas de Novo Airão,...

Morto antes da ação, réu não pode ser “ressuscitado” por sucessão processual

Sentença do Juiz George Hamilton Lins extinguiu cobrança proposta contra pessoa que havia falecido antes do ajuizamento e destacou que a sucessão processual só...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça aplica entendimento do STF e protege mulher ameaçada fora do ambiente doméstico

O juiz de Direito Leonardo Mattedi Matarangas, durante o plantão judicial do polo 5 - do qual fazem parte...

Homem que exerce papel de pai desde a infância tem paternidade socioafetiva reconhecida

A Vara Única da comarca de Papanduva (SC) reconheceu a paternidade socioafetiva de um homem que exerce a função...

Concessionária é condenada após manter veículo em propriedade de terceiro

A 17ª Vara Cível de Natal (RN) condenou uma empresa, que atua no comércio de automóveis, ao pagamento de...

Justiça do Trabalho reconhece vínculo de emprego de 1995 a 2001 para fins previdenciários

Vara do Trabalho de Natal (RN) afastou a prescrição bienal e reconheceu o vínculo de emprego entre um trabalhador...