Justiça condena funcionário da Vivo por estelionato usando dados de clientes

Justiça condena funcionário da Vivo por estelionato usando dados de clientes

A 3ª Vara Criminal de Maceió condenou Wilson Gomes de Araújo pelo crime de estelionato, que era praticado manipulando dados dos clientes da operadora Vivo.

Os golpes ocorreram entre 2018 e 2020, quando Wilson, funcionário da operadora Vivo à época, realizava contratações indevidas em nome de clientes, além de gerar e enviar cobranças falsas.

O juiz Carlos Henrique Pita Duarte definiu a pena em dois anos e seis meses de reclusão, convertida em prestação de serviços à comunidade.

O réu foi considerado culpado por estelionato contra 7 vítimas, e a sentença condenou o réu a indenizá-las em um total de R$ 143.264,10, valor referente ao que foi subtraído pelos golpes.

O funcionário fazia uso de sua posição para alterar os dados cadastrais de consumidores, inserindo endereços de e-mail não relacionados aos clientes, conseguindo assim realizar a contratação clandestina de serviços e planos.

O homem também emitia boletos aparentemente vinculados aos serviços legitimamente contratados, mas que na verdade se tratavam de documentos de cobrança relacionados a contas bancárias de sua própria administração.

De acordo com a decisão, parte das vítimas percebeu o golpe e acionou a polícia. Após a prisão do acusado, outras vítimas também compareceram à delegacia relatando terem sido lesadas da mesma forma.

Com informações do TJ-AL

Leia mais

Risco de desabamento: Justiça mantém 11 imóveis interditados no bairro Aparecida, em Manaus

Sentença da Vara Especializada do Meio Ambiente da Comarca de Manaus confirmou liminar deferida anteriormente e determinou como mantida a desocupação e a interdição...

Homem é condenado a mais de 20 anos por matar a mãe e tentar matar a avó em Manaus

Em julgamento realizado pela 1.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, na última quarta-feira (19/8), um homem foi condenado a 20...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Risco de desabamento: Justiça mantém 11 imóveis interditados no bairro Aparecida, em Manaus

Sentença da Vara Especializada do Meio Ambiente da Comarca de Manaus confirmou liminar deferida anteriormente e determinou como mantida...

Homem é condenado a mais de 20 anos por matar a mãe e tentar matar a avó em Manaus

Em julgamento realizado pela 1.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, na última quarta-feira (19/8), um...

Uso do cartão pelo cliente com prova do contrato pelo Banco validam o negócio

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) decidiu que o uso do cartão de crédito...

Mesmo vendido na agência, consórcio não gera responsabilidade automática do Banco

A comercialização de um consórcio em uma agência da Caixa Econômica Federal, por si só, não torna o banco...