Deputado Mário César Filho denuncia propaganda ofensiva da Amazonas Energia ao Ministério Público

Deputado Mário César Filho denuncia propaganda ofensiva da Amazonas Energia ao Ministério Público

Na última sexta (21), o deputado estadual Mário César Filho, presidente da Comissão de defesa do Consumidor, repudiou a nova campanha publicitária da Amazonas Energia, que afirma que a população que é contra a instalação dos medidores aéreos no estado, é a favor da criminalidade.

“A empresa que hoje acusa a população, que paga seus impostos, é a mesma que descumpre a decisão judicial de um desembargador que determinou a suspensão da instalação dos medidores aéreos, até o julgamento final do processo. Não vamos aceitar essa propaganda ofensiva com a população”, ressaltou o político.

Diante da polêmica que revoltou boa parte da população, que não aceita e nem confia no novo dispositivo SMC, o parlamentar apresentou denúncia ao Ministério Público sobre a campanha publicitária e também está adotando medidas cabíveis para a retirada da propaganda irresponsável da concessionária de energia.

O parlamentar conversou com diversos consumidores que se dizem ofendidos com a propaganda. “Totalmente constrangida, acredito que todo mundo está insatisfeito”, disse uma moradora do bairro Parque 10.

Mais uma moradora afirmou: “Não é porque eu sou contra o medidor que sou a favor do gato”, destacou.

Campanha publicitária

Após inúmeras derrotas na Justiça do Amazonas que suspendeu diversas vezes a instalação dos novos medidores aéreos, SMC, a Amazonas Energia iniciou uma nova campanha publicitária com a finalidade de mostrar para população que o dispositivo é confiável.

O novo marketing que já foi publicado no canal do YouTube e na página oficial da empresa é claro “quem é contra o medidor, é a favor do crime”, ou seja, consequentemente, acusa a população amazonense em ser favorável à ilegalidades.

Por que a propaganda é abusiva?

De acordo com o artigo 37 do código do consumidor, entende-se como publicidade abusiva aquela que é tida como discriminatória, que incite à violência, que explore o medo.

Com informações da ALEAM

 

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