Após 30 anos sem notícias, homem é declarado ausente e tem bens submetidos à curadoria

Após 30 anos sem notícias, homem é declarado ausente e tem bens submetidos à curadoria

A 1ª Vara da Família da comarca de Joinville (SC) declarou a ausência de um homem que deixou o núcleo familiar há mais de 30 anos e, desde então, não foi localizado nem manteve contato com familiares ou pessoas próximas. A decisão também determinou a arrecadação dos bens, direitos e interesses patrimoniais pertencentes ao ausente e nomeou uma familiar como curadora.

A ação foi ajuizada diante da necessidade de resguardar os interesses patrimoniais do homem, que é herdeiro em inventário dos bens deixados por sua mãe. No decorrer do processo, duas filhas passaram a integrar a ação. A companheira indicada nos autos foi regularmente citada, mas não apresentou manifestação.

Foram realizadas diligências para localizar o homem, mas não foram encontradas informações sobre seu paradeiro. O Ministério Público manifestou-se pela procedência do pedido. Como a companheira não demonstrou interesse na curadoria e não há genitores vivos, uma familiar que acompanha a situação há décadas e é inventariante do espólio da mãe do ausente foi nomeada para o encargo.

Ao final, o magistrado determinou a expedição dos editais previstos em lei, a formalização da curatela mediante compromisso e as providências necessárias após o trânsito em julgado. O processo tramita em segredo de justiça.

Com informações do TJ-SC

Leia mais

Afastamento de juízes leva CNJ a determinar levantamento dos processos mais antigos em varas do Amazonas

O afastamento cautelar, por 120 dias, de três juízes do Amazonas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) produziu consequências imediatas sobre as varas até...

TRE-AM: voz de IA não substitui a da pessoa atingida em direito de resposta por veiculação ofensiva

A Justiça Eleitoral do Amazonas considerou ineficaz a veiculação voluntária de um direito de resposta feita com voz gerada por inteligência artificial no lugar...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Após 30 anos sem notícias, homem é declarado ausente e tem bens submetidos à curadoria

A 1ª Vara da Família da comarca de Joinville (SC) declarou a ausência de um homem que deixou o...

Justiça condena empresa por homofobia após reconhecer ambiente de trabalho hostil

A Justiça do Trabalho reconheceu a rescisão indireta e condenou uma empresa do setor de logística e transporte, com...

Justiça condena banco a indenizar idosa vítima de golpe bancário

A cliente de uma instituição financeira, vítima do golpe do falso correspondente bancário em Porto Velho (RO), conseguiu, em...

Justiça de Rondônia reconhece direito a horas extras por trabalho durante recreio escolar

A 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais de Rondônia, por meio de seus julgadores, negou o recurso do Estado...