Advogada tem salário penhorado em São Paulo para cobrir condenação por danos à honra em processo

Advogada tem salário penhorado em São Paulo para cobrir condenação por danos à honra em processo

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a uma advogada que, para cumprir o pagamento de uma indenização por danos morais a que foi condenada, tenha seu salário penhorado. O TJSP entendeu que 10% dos vencimentos líquidos da advogado seriam suficientes para satisfazer a obrigação.

O pedido contra a causídica havia sido indeferido no juízo de primeiro grau. Por meio de um recurso, ao TJSP, o Desembargador Alexandre David Malfatti, conduziu o julgamento, por meio de voto seguido à unanimidade na 12ª Câmara de Direito Privado do Tribunal Paulista. 

Assim, foi dado provimento ao recurso e reconhecido a necessidade da penhora das verbas salarias da advogada, em processo de execução por danos morais. Considerou-se que a advogada tinha cargo em empresa pública, percebendo uma soma mensal de R$ 12 mil. Por se entender justo que a credora recebesse o valor a ela considerado devido pela justiça, se determinou a penhora, em parte, dos vencimentos da causídica. 

Os valores devidos correspondem a uma indenização por violação do direito à honra da exequente, que foram estimados em aproximadamente R$ 9.000, concluindo-se que a decisão esteve pautada dentro dos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. 

Leia mais

Medida protetiva vigora por prazo indeterminado enquanto persistir risco à mulher, reitera STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, em um caso do Amazonas, medidas protetivas de urgência impostas em favor de uma mulher e reiterou...

STJ derruba entendimento do TJAM sobre flexibilização da intimação pessoal na cobrança de astreintes

Corte considerou que regra da Súmula 410 não pode ser flexibilizada nos Juizados Especiais e declarou inexigíveis astreintes cobradas do Bradesco. O Superior Tribunal de...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Ministério da Justiça demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

O Ministério da Justiça e Segurança Públicademitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal,...

Medida protetiva vigora por prazo indeterminado enquanto persistir risco à mulher, reitera STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, em um caso do Amazonas, medidas protetivas de urgência impostas em favor...

STJ derruba entendimento do TJAM sobre flexibilização da intimação pessoal na cobrança de astreintes

Corte considerou que regra da Súmula 410 não pode ser flexibilizada nos Juizados Especiais e declarou inexigíveis astreintes cobradas...

Empresa de telecomunicações responde por direitos trabalhistas de brigadistas terceirizados

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a responsabilidade subsidiária da V.Tal - Rede Neutra de Telecomunicações...