Comarcas de Apuí e Humaitá abrem credenciamento para advogados dativos; veja como participar

Comarcas de Apuí e Humaitá abrem credenciamento para advogados dativos; veja como participar

Editais foram publicados no Diário da Justiça Eletrônico e preveem nomeações nos casos de ausência de atuação da Defensoria Pública.

A Comarca de Apuí e o 1.º Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Humaitá publicaram editais para o credenciamento de advogados dativos interessados em atuar nas unidades judiciais, conforme divulgação feita no Diário da Justiça Eletrônico de quarta-feira (12/11).

De acordo com os documentos, poderão se credenciar os profissionais com inscrição ativa e regular na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os interessados devem preencher o formulário anexo ao edital e encaminhá-lo por e-mail, com o assunto “CADASTRO – ADVOGADO DATIVO”, para os endereços:
[email protected] (para Apuí)
[email protected] (para Humaitá).

O envio deve conter dados pessoais completos e as áreas de atuação de interesse.

As nomeações ocorrerão nos casos em que a Defensoria Pública for intimada, mas não realizar a assistência jurídica, podendo também ser determinadas a critério do juiz para assegurar o regular andamento dos processos.

Os honorários do defensor dativo serão fixados conforme os valores estabelecidos no Anexo I da Resolução n.º 18/2025 do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), publicados juntamente com os editais, variando conforme o tipo de trabalho desempenhado.

Edital de Apuí (clique aqui)

Edital de Humaitá (clique aqui)

Leia mais

MPF vai à Justiça para obrigar Conselhos de Medicina a identificar violência obstétrica em seus sistemas

Ação aponta 324 denúncias registradas em maternidades de Manaus, questiona sistema de fiscalização e pede mudanças na apuração dos casos e R$ 20 milhões...

Quem é julgado é o réu, não a vítima: outras relações sexuais não fragilizam a prova do estupro, diz STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou a tentativa de desqualificar a prova de um estupro com base no fato de a vítima ter...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

MPF vai à Justiça para obrigar Conselhos de Medicina a identificar violência obstétrica em seus sistemas

Ação aponta 324 denúncias registradas em maternidades de Manaus, questiona sistema de fiscalização e pede mudanças na apuração dos...

Quem é julgado é o réu, não a vítima: outras relações sexuais não fragilizam a prova do estupro, diz STJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou a tentativa de desqualificar a prova de um estupro com base no...

Justiça reconhece validade de bloqueio preventivo da Uber por erro em biometria

A 3ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Amazonas manteve a improcedência da ação movida por um motorista de...

“Terras caídas” não afastam dever de indenizar, decide Justiça ao condenar o DNIT no Amazonas

A Justiça Federal no Amazonas condenou o DNIT a indenizar uma família que perdeu uma embarcação e um motor...