Polícia Civil de São Paulo desvenda morte da modelo morta e carbonizada por rival

Polícia Civil de São Paulo desvenda morte da modelo morta e carbonizada por rival

A Delegacia Central de Cotia, em São Paulo, conseguiu descobrir quatro suspeitos de participação na morte da ex-modelo Aline Laís Lopes, de 34 anos, vítima de asfixia e carbonização numa área de crack  da região, que ocupa o terreno de uma antiga casa de Shows. O crime foi praticado por ciúmes da companheira de um homem que dava crack a Aline em troca de sexo. Os envolvidos responderão por homicídio qualificado e associação criminosa. 

Foram presos Michele de Andrade Ferraz, que teria arquitetado e executado a morte de Aline, Paulo Alexandria, companheiro de Michele, porque teria feito parte do plano que matou a modelo; Igor Santos que é usuário de drogas e admitiu ter ocultado  o cadáver de já carbonizado da vítima. Há um mulher trans que atraiu a vítima para a cilada que a levou a morte, conhecida apenas pelo nome de Júlia. Ambos se encontram presos. 

Júlia confessou à Polícia que ofereceram drogas à vítima e usaram uma corda para enforcá-la até ficar roxa. O motivo do crime também restou esclarecido. Aline foi morta por vingança porque Michele teria ficado com ciúmes do marido, com o qual a vítima transava por troca de crack. Aline deixou um filho de 1 ano e 4 meses de idade, que está  sendo criado pela avó. 

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