Daniel Silveira comemora parecer jurídico da Câmara sobre bloqueio de cota parlamentar

Daniel Silveira comemora parecer jurídico da Câmara sobre bloqueio de cota parlamentar

O Deputado Daniel Silveira, condenado pelo Supremo Tribunal Federal e indultado por Jair Bolsonaro, comemora Parecer da Procuradoria Jurídica da Câmara dos Deputados que alude à circunstância de que cotas financeiras do exercício da atividade parlamentar não poderiam ter sido bloqueadas pelo Ministro Alexandre de Moraes porque elas teriam finalidade pública, e que a decisão, nesse sentido, por vias transversas, provoca o bloqueio do exercício do mandado parlamentar.

Dispõe o Parecer: “Sem embargo dos fundamentos fático jurídicos que a embase, fato é que a concessão de medidas judiciais constritivas não pode prejudicar a atividade da CEAP(Cota para o Exercício de Atividade Parlamentar)- verba em essência destinada a fim público- firmou a consulta. 

Na Câmara já se encontra posições de que a decisão de Moraes em ter determinado o bloqueio dessas verbas se constitui em violação a independência do Poder Judiciário. Daniel Silveira já comemora o parecer uma vez que houve o bloqueio de importância financeira referente a depósito de cota parlamentar determinada pelo Ministro Alexandre de Moraes. 

Leia mais

Quem vende um precatório e recebe o preço não pode depois receber novamente o próprio crédito

Quem vende um precatório e recebe o valor ajustado pela negociação não pode, posteriormente, permanecer também com o dinheiro pago pelo poder público em...

Cobrança sem prova de adesão válida gera devolução em dobro, mas não presume dano moral

A cobrança de um seguro residencial pelo Banco Bradesco, sem prova de adesão válida do consumidor, levou o juiz de Direito Daniel do Nascimento...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Operadora de saúde é condenada a fornecer medicamento injetável para paciente com osteoporose grave

O 5° Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Mossoró (RN) condenou uma operadora de plano de saúde...

Justiça nega indenização por cobrança indevida sem comprovação de dano moral

A 3ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública do Rio Grande do Norte (RN)...

Empregada gestante que pede demissão espontaneamente abre mão da estabilidade

A Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-GO) confirmou a validade do pedido de demissão...

Quem vende um precatório e recebe o preço não pode depois receber novamente o próprio crédito

Quem vende um precatório e recebe o valor ajustado pela negociação não pode, posteriormente, permanecer também com o dinheiro...