TJSP mantém condenação de quatro pessoas por estocagem e venda de cosméticos falsificados

TJSP mantém condenação de quatro pessoas por estocagem e venda de cosméticos falsificados

A 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão da 6ª Vara Criminal da Barra Funda que condenou quatro pessoas pela venda e armazenamento de cosméticos falsificados. As penas foram fixadas em dois anos de reclusão, em regime inicial aberto, substituídas por prestação de serviços à comunidade e pena pecuniária.

De acordo com os autos, os réus eram sócios em salão de beleza e comercializavam diversos produtos em descumprimento às normas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sem registro e em desacordo com as fórmulas dos rótulos. O negócio já havia sido autuado por órgão de vigilância, mas continuou a funcionar.

Em seu voto, o relator do recurso, desembargador Edison Brandão, afastou a tese defensiva de que nem todos os réus atuavam na empresa e observou que todos estavam presentes na visita das técnicas que apontou os problemas e a necessidade de manutenção dos produtos interditados. “Ficou claro (…) que os réus venderam e tinham em depósito para vender produto falsificado, corrompido, adulterado ou alterado sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente; em desacordo com a fórmula e sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização”, sintetizou.

Também participaram do julgamento os desembargadores Luis Soares de Mello e Roberto Porto. A votação foi unânime.

 

Apelação nº 1502049-86.2020.8.26.0050

Com informações do TJ-SP

Leia mais

Justiça mantém sob monitoração eletrônica médico investigado por morte de recém-nascido no Amazonas

O juiz Odílio Pereira Costa Neto, da Vara Única de Eirunepé, manteve a monitoração eletrônica imposta ao médico Humberto Fuertes Estrada, investigado pela morte...

STF afasta cabimento de reclamação contra ato do CRM/AM que negou registro médico por revalidação

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, negou seguimento a reclamação constitucional ajuizada por médico formado em Cuba que buscava reverter ato do...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Em ação com a Interpol, PF prende em Dubai hacker do caso Banco Master

A Polícia Federal (PF) prendeu, no sábado (16) o hacker Victor Lima Sedlmaier, um dos investigados na Operação Compliance...

Justiça mantém sob monitoração eletrônica médico investigado por morte de recém-nascido no Amazonas

O juiz Odílio Pereira Costa Neto, da Vara Única de Eirunepé, manteve a monitoração eletrônica imposta ao médico Humberto...

STF afasta cabimento de reclamação contra ato do CRM/AM que negou registro médico por revalidação

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, negou seguimento a reclamação constitucional ajuizada por médico formado em Cuba...

STF mantém tese de que perda de cargo de promotor de justiça independe de trânsito penal

STF mantém possibilidade de perda de cargo de membro vitalício do MP sem prévia condenação penal definitiva. A Primeira Turma...