Inocentado de abuso sexual, Kevin Spacey se livra de indenizar o ator Anthony Rapp, nos EUA

Inocentado de abuso sexual, Kevin Spacey se livra de indenizar o ator Anthony Rapp, nos EUA

Kevin Spacey. Foto: Divulgação

O ator Kevin Spacey, de 63 anos foi submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri, nos Estados Unidos, mas foi inocentado da acusação de estupro praticado contra o ator Anthony Rapp, 13 anos mais jovem. O júri se alongou até ontem (20), mas Spacey saiu vitorioso, com a proclamação de sua absolvição com a adoção do princípio de que, na dúvida, o direito de liberdade deve prevalecer em favor do estado de inocência. 

O crime teria ocorrido no ano de 1986. Na época, a suposta vítima, Rapp, tinha apenas 14 anos de idade, e o ator, veterano nas artes, 26 anos – 12 anos mais velho que a vítima. Com o julgamento, a equipe jurídica de Spacey também derrubou o pedido de indenização que teve contra o cliente, livrando-o do pagamento de 40 milhões de dólares pedidos a titulo de reparação de danos materiais e morais pela vítima.

Na época em que o ator americano foi processado aflorou nos EUA um movimento chamado #MeToo, que denunciava a prática de assédios dos quais os envolvidos, em sua maioria, homens poderosos de Hollywood, possivelmente vivenciavam. Foi quando Rapp acusou ter sofrido abuso sexual pelo astro. Rapp sofreu consequências danosas com a explosão das denúncias, sendo na época demitido da Netflix e cortado de alguns filmes. 

Leia mais

Direito ao esquecimento: condenação antiga não pode se perpetuar para agravar nova pena

Uma condenação distante no tempo não pode continuar agravando indefinidamente a situação penal de um réu. Ao aplicar a teoria do direito ao esquecimento,...

STJ: Sessão virtual não se adia apenas porque advogado está em viagem de avião

A alegação de que a advogada estaria em viagem aérea internacional durante a realização de uma sessão virtual não foi considerada motivo suficiente pelo...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Direito ao esquecimento: condenação antiga não pode se perpetuar para agravar nova pena

Uma condenação distante no tempo não pode continuar agravando indefinidamente a situação penal de um réu. Ao aplicar a...

Plano de saúde é condenado a custear mamoplastia redutora e indenizar paciente por negativa de cobertura

Um plano de saúde foi condenado a autorizar e custear uma cirurgia de mamoplastia redutora reparadora para uma beneficiária,...

Justiça do DF mantém indenização a cliente agredido por segurança de bar

A 7ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve condenação de bar da...

Serralheiro tem indenização negada após perícia descartar relação entre doença cardíaca e trabalho

A 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) negou o pedido de indenização por danos...