Operação Mandrágora, associada ao caso Djidja segue com incremento de prisões pela Justiça

Operação Mandrágora, associada ao caso Djidja segue com incremento de prisões pela Justiça

A Polícia do Amazonas intensifica as investigações da Operação Mandrágora, instaurada para apurar tráfico de drogas, associação para o tráfico, perigo para a saúde e a vida, dentre outros crimes, com circunstâncias associadas ao papel de algumas pessoas na venda, distribuição e uso da ketamina, substãncia que teria sido usada como droga recreativa pelos familiares de Edilemar Cardoso, a ex-Sinhazinha do Boi Garantido, que findou morta no último dia 28 de maio devido a um edema cerebral.

Segundo a Polícia, os novos depoimentos que foram coletados, quando em cotejo com dados obtidos da quebra de sigilos telemáticos, evidenciaram algumas inconsistências. A Polícia ouviu o ex-namorado de Djidja Cardoso, Bruno Roberto, e o coach Hatus Silveira, que findaram sendo presos no dia de ontem devido a um mandado de prisão temporária obtido pelas autoridades investigantes.

Além disso, também foi determinada a prisão de José Máximos, dono da Clínica Veterinária MaxVet, que havia sido notificado por três vezes e não havia comparecido.  Máximos se apresentou espontaneamente hoje à Polícia. 

Na atualidade, seguem presos em decorrência da investigação as pessoas de Ademar Farias Cardoso Neto, irmão de Djidja Cardoso; Cleusimar Cardoso Rodrigues, mãe de Djidja; Verônica da Costa Seixas, gerente do salão de beleza Belle Femme; Marlisson Vasconcelos Dantas, cabeleireiro do mesmo salão;Claudiele Santos da Silva, maquiadora do mesmo salão; Bruno Roberto, ex-namorado de Djidja; Hatus Silveira, que se identificava como personal trainer de Djidja e José Máximo Silva de Oliveira, da clinica veterinária investigada.

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