Entenda os possíveis crimes investigados pela Polícia de São Paulo no episódio de Carla Zambelli

Entenda os possíveis crimes investigados pela Polícia de São Paulo no episódio de Carla Zambelli

Foto: Reprodução Instagram

A Polícia Civil de São Paulo, desde ontem (30), investiga os fatos associados a deputada federal Carla Zambelli, do PL. Um vídeo divulgado nas redes sociais na tarde de sábado (29), mostram a deputada Carla Zambelli, com arma em punho nos Jardins, bairro de classe alta de São Paulo. Zambelli alega ter sido agredida. A deputada federal foi a segunda mais votada em São Paulo com 945.244 votos. A polícia já identificou o homem perseguido pelo grupo de pessoas que estavam com a parlamentar. Porte ilegal de arma de fogo, lesão corporal e disparo de arma de fogo estão entre os crimes investigados por estarem relacionados aos fatos. Há, ainda, em estudo, a análise da direção de disparo de arma de fogo para identificar possível intenção de cometimento de crime mais grave, indicado desde então, como uma possível tentativa de homicídio.

Um segurança da deputada federal Carla Zambelli, identificado como Daniel, foi preso em flagrante delito pela Polícia civil no início da madrugada deste domingo (30), sob a acusação de disparo de arma de fogo. Ele vai passar por audiência de custódia diante da Justiça, que definirá se há motivos para a conversão do flagrante em prisão preventiva. 

O segurança teria participado com a parlamentar da confusão ocorrida na tarde de sábado (29), que teria culminado com o disparo de arma de fogo. Em vídeo, Zambelli transitou por uma rua do bairro dos Jardins, na região central paulista empunhando uma arma em perseguição a um homem. Ele prestou depoimento à Polícia. Zambelli é uma das principais aliadas do Presidente Jair Bolsonaro. 

O jornalista Luan Araújo já compareceu ao 4º Distrito Policial e formalizou a ocorrência contra Zambelli. Luan foi o alvo da perseguição investigada e firma que também sofreu, além dos crimes, em tese, investigados pela Polícia, o também crime de racismo. Luan é negro e foi o alvo da arma apontada pela deputada, e tudo teria ocorrido, segundo sua versão porque revidou ao grupo da parlamentar, dizendo que ‘amanhã’, referindo-se ao hoje, é Lula e não Bolsonaro. 

 

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