Ministério Público orienta agentes que atuarão na proteção de mulheres em Iranduba

Ministério Público orienta agentes que atuarão na proteção de mulheres em Iranduba

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) participou da capacitação de agentes que atuarão na Ronda Maria da Penha, que está sendo implantada no município de Iranduba. A formação, iniciada na última segunda-feira (28/07), é voltada a policiais militares, guardas municipais e ao efetivo responsável pelo atendimento direto a mulheres em situação de violência.

Na manhã de sexta-feira (1º/08), o promotor de Justiça Davi Santana da Câmara representou o órgão, ministrando orientações jurídicas sobre o enfrentamento à violência doméstica com recorte de gênero. Para ele, a integração entre as instituições é essencial para garantir acolhimento efetivo às vítimas.

“Ao promover o diálogo, dúvidas jurídicas foram sanadas, experiências foram trocadas e diretrizes procedimentais foram alinhadas no escopo de atender mulheres vítimas de violência com o devido acolhimento”, destacou Davi Câmara.

Também representando o MP, o promotor de Justiça Gérson de Castro Coelho, titular da promotoria de Iranduba, participou da capacitação na quinta-feira (31/07), quando palestrou sobre a atuação do Ministério Público nos casos acompanhados pela Ronda Maria da Penha.

“Mais do que reagir a crimes já consumados ou em vias de consumação, a Ronda Maria da Penha previne tragédias, devendo estar pronta para atender com empatia, sem julgamento e com a consciência de que a mulher, muitas vezes, vive anos dentro de um ciclo de violência do qual é muito difícil sair. Cada visita, cada patrulhamento, cada escuta pode representar uma mulher viva, uma criança protegida, uma família reerguida”, declarou o promotor.

Criado em 2014, o programa Ronda Maria da Penha é desenvolvido pela Polícia Militar do Amazonas (PMAM), com foco na proteção de vítimas de violência doméstica. Entre suas ações estão visitas periódicas às residências, verificação do cumprimento de medidas protetivas e encaminhamento das vítimas à rede de atendimento.

Fonte: Comunicação Social do MPAM

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