Justiça decreta prisão preventiva de neta suspeita de matar a avó no município de Iranduba-AM

Justiça decreta prisão preventiva de neta suspeita de matar a avó no município de Iranduba-AM

A juíza de Direito Aline Kelly Ribeiro Marcovicz, titular da 1.ª Vara da Comarca de Iranduba (distante 23 quilômetros de Manaus), realizou na manhã de terça-feira (14/06), audiência de custódia no processo n.º 0601928-54.2022.8.04.4600 e decretou a prisão preventiva de Cíntia Monteiro da Rocha, investigada por homicídio qualificado contra Maria Monteiro da Encarnação, fato ocorrido na segunda-feira (13), por volta de 11h50, naquele município.

Além de decretar a prisão preventiva, a magistrada determinou a instauração de incidente de sanidade mental da acusada, além da expedição de ofício ao Hospital Eduardo Ribeiro, em Manaus, para relatórios médicos do estado de saúde da custodiada. A juíza também determinou que Cintia seja encaminhada ao Departamento Médico do sistema penitenciário para que proceda a avaliação psiquiátrica, cujo laudo deve ser encaminhado, no prazo de 10 dias, ao Juízo da Comarca para o qual o processo for distribuído.

Durante a audiência de custódia, Cíntia Monteiro da Rocha foi assistida pelo advogado dativo (remunerado pelo Estado) Jean Leopoldino Miranda Júnior. O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM) esteve representado pelo promotor de justiça Carlos Firmino de Dantas.

Conforme relatado no Auto de Prisão em Flagrante (APF), a polícia foi acionada por populares relatando que a suspeita havia ateado fogo na avó, em uma residência localizada na Rua 7, no distrito de Cacau Pirera. Ao chegar ao local indicado, os policiais teriam encontrado Cíntia já detida pelos vizinhos da casa. Na residência, a vítima estaria sobre a cama, com o corpo queimado e sem vida e, no mesmo cômodo, uma botija de gás com a mangueira cortada, conforme os autos.

Fonte: Asscom TJAM

Leia mais

Perder contrato público não impede empresa de receber por projetos aceitos pela Administração

A Justiça Federal decidiu que uma empresa contratada pelo poder público pode perder um contrato, sofrer sanções administrativas e, ainda assim, manter o direito...

Juros de precatório do Fundef oriundos de ação do MPF não podem ser usados para pagar honorários

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu que os juros de mora de precatórios do Fundef não podem ser utilizados para o...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Perder contrato público não impede empresa de receber por projetos aceitos pela Administração

A Justiça Federal decidiu que uma empresa contratada pelo poder público pode perder um contrato, sofrer sanções administrativas e,...

Juros de precatório do Fundef oriundos de ação do MPF não podem ser usados para pagar honorários

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu que os juros de mora de precatórios do Fundef não...

Justiça do Trabalho aplica legislação estrangeira para trabalhadora de cruzeiro internacional

Sentença proferida na 3ª Vara do Trabalho de Santo André–SP julgou improcedentes os pedidos de tripulante brasileira que buscava...

Sancionada lei que oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço

Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para...