Acusado de cometer homicídio após discussão acerca de celular é condenado a 28 anos de prisão

Acusado de cometer homicídio após discussão acerca de celular é condenado a 28 anos de prisão

O Tribunal do Júri de Brasília condenou o réu Walase Pereira da Silva a 28 anos e oito meses de prisão, pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo. A pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado.

Segundo a denúncia, na noite de 23 de maio de 2023, por volta de 22h30, no Setor Oeste da Cidade Estrutural/DF, Walase com o auxílio de um comparsa efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima, após discussão entre o comparsa e a vítima acerca de um celular.

Para os jurados, o réu agiu por motivo fútil e com emprego de recurso que dificultou a defesa do ofendido. A Juíza Presidente do Júri destacou que há três registros de maus antecedentes na folha penal do réu e, ainda, ressaltou que o comportamento da vítima não contribuiu para a prática do crime, “pois não há notícias de que tenha facilitado, incitado ou induzido o réu a cometer o crime”, disse a magistrada.

A julgadora pontuou que o réu aguardou o julgamento do processo preso e os motivos que levaram à custódia cautelar permanecem os mesmos. Sendo assim, determinou que o réu não poderá recorrer em liberdade.

Processo: 0721498-39.2023.8.07.0001

Com informações do TJ-DFT

Leia mais

Vício que condena: não importa a natureza do contrato, falta de informação sempre impõe reparação

A autora sustentava que os descontos realizados em seu contracheque seriam ilegais por ultrapassarem o limite de 5% previsto no Decreto Estadual nº 32.835/2012...

Retenção integral de salário para quitar empréstimos gera dano moral indenizável contra banco

A retenção integral de salário por instituição financeira para quitação de empréstimos bancários viola a natureza alimentar da remuneração e afronta o princípio do...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Vício que condena: não importa a natureza do contrato, falta de informação sempre impõe reparação

A autora sustentava que os descontos realizados em seu contracheque seriam ilegais por ultrapassarem o limite de 5% previsto...

Retenção integral de salário para quitar empréstimos gera dano moral indenizável contra banco

A retenção integral de salário por instituição financeira para quitação de empréstimos bancários viola a natureza alimentar da remuneração...

Rol de urgências do plantão judicial não abarca pedido de cumprimento de sentença

O rol de hipóteses excepcionais que autorizam a atuação do plantão judicial não abrange, em regra, pedidos de cumprimento...

Justiça anula movimentações bancárias realizadas após furto de celular

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal declarou nulos um contrato de empréstimo e uma transferência via...