Transparência de Portais de Tribunais de Justiça será avaliada pelo CNJ

Transparência de Portais de Tribunais de Justiça será avaliada pelo CNJ

Os portais dos órgãos do Poder Judiciário, entre eles tribunais e conselhos, começam a ser avaliados em abril pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O objetivo é garantir transparência e acesso à informação aos cidadãos.

Instituído pela Resolução CNJ n. 260/2018, o Ranking da Transparência é realizado anualmente e analisa informações que devem estar disponíveis de maneira acessível, tais como telefones de unidades, horários de atendimento, serviço de registro de denúncias e reclamações, assim como prestações de contas do ano anterior, nome dos servidores que atuam em regime de teletrabalho e íntegra dos contratos firmados pelo órgão da justiça.

Para a 7ª edição do Ranking da Transparência, foram publicadas diretrizes na Portaria CNJ n. 25/2024, estabelecendo que o período a ser avaliado pelo CNJ será de abril e maio.

Entre os 86 itens de avaliação, estão a divulgação do calendário das sessões, a pauta de julgamentos, a transmissão ao vivo pela internet e as reuniões dos órgãos colegiados, se há tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) em manifestações públicas, além das formas de participação popular.

O chefe da Seção de Estudos Organizacionais e de Normas do Departamento de Gestão Estratégica (DGE/CNJ), David Cosme Alves Pereira, ressalta que as informações que compõem a avaliação devem sempre estar disponíveis, atualizadas e de fácil acesso para a sociedade, independentemente do período de avaliação do CNJ.

Pela primeira vez, a análise vai verificar se há links de acesso aos principais serviços de atendimento ao usuário, como PJE, Balcão Virtual, Primeiro Atendimento/Juizados Especiais publicados no tema Serviço de Informação ao Cidadão (SIC).

O resultado do Ranking 2024, previsto para ser divulgado em agosto, será apurado nas categorias Justiça Estadual; Justiça Federal; Justiça do Trabalho; Justiça Militar Estadual; Justiça Eleitoral; Tribunal Superior e Conselho.

Em 2023, 73 dos 94 órgãos de Justiça atingiram mais de 90% de cumprimento dos itens.  Na edição anterior, 66 tribunais haviam alcançado esse nível. Houve um acréscimo de sete tribunais que atingiram mais de 90%, e quatro tribunais atingiram 100% de cumprimento. Com informações da assessoria de imprensa do Conselho Nacional de Justiça.

Leia mais

Embarques frustrados e café da manhã no lugar do almoço levam Azul a indenizar passageiro no Amazonas

Juiz Caio César Catunda de Souza condenou a Azul a pagar R$ 5 mil por danos morais após dois embarques frustrados e espera de...

Manter ex-cônjuge em contrato de imóvel após divórcio e causar prejuízo gera dano moral

Depois do divórcio, um homem ficou com o imóvel e assumiu sozinho o financiamento, mas a instituição habitacional não retirou a ex-esposa do contrato,...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Embarques frustrados e café da manhã no lugar do almoço levam Azul a indenizar passageiro no Amazonas

Juiz Caio César Catunda de Souza condenou a Azul a pagar R$ 5 mil por danos morais após dois...

Justiça do Trabalho decide que sistema de gamificação em avaliação de desempenho não configura abuso

A juíza Ana Luiza Fischer Teixeira de Souza Mendonça, titular da 1ª Vara do Trabalho de Governador Valadares (MG), ...

Justiça mantém demissão por justa causa de professora que puxou criança pelo agasalho

A Justiça do Trabalho da 2ª Região manteve a dispensa por justa causa de professora de educação infantil captada em...

Justiça condena plataforma a reativar perfil suspenso e indenizar usuário por danos morais

O 5º Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Mossoró (RN) condenou uma plataforma de rede social ao...