Conselho Nacional de Justiça empossa dois conselheiros

Conselho Nacional de Justiça empossa dois conselheiros

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) empossou hoje (28) dois novos conselheiros para compor o órgão. Passam a fazer parte do conselho a desembargadora Salise Monteiro Sanchotene e o juiz federal Márcio Luiz Coelho de Freitas. Ambos cumprirão mandato de dois anos.

A conselheira Salise Monteiro é desembargadora do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre. Ela é formada em ciências jurídicas pela PUC-RS e tem título de doutorado em direito público e filosofia jurídica pela Universidad Autónoma de Madrid. Salise também tem especialização em direito penal pela Universidade de Brasília (UnB).

O conselheiro Marcio Luiz Freitas é juiz do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, e atua na 9ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal. Freitas também trabalhou como juiz auxiliar da presidência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O CNJ é composto por 15 conselheiros. São nove magistrados, dois membros do Ministério Público, dois advogados indicados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e dois indicados pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Fonte: Agência Brasil

Leia mais

STJ: reconciliação após condenação por violência doméstica não impede a execução da pena

A reconciliação entre vítima e agressor, mesmo após a condenação, não impede o cumprimento da pena nem extingue a punibilidade pelos crimes praticados no...

Sem prova de registro definitivo, cobrança de anuidades por presunção de vínculo é inexigível

A mera permanência de um nome nos cadastros de conselho profissional não autoriza, por si só, a cobrança de anuidades. A continuidade de cobranças...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

STJ: reconciliação após condenação por violência doméstica não impede a execução da pena

A reconciliação entre vítima e agressor, mesmo após a condenação, não impede o cumprimento da pena nem extingue a...

Motorista e empresa são condenados por acidente com colisão traseira

Um motorista foi condenado a indenizar um condutor pelos danos causados em um acidente de trânsito após colidir na...

TJSP mantém condenação de réu que matou homem sob acusação de ter realizado ritual para prejudicá-lo

A 11ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve Tribunal do Júri realizado na...

Justiça condena Estado de SP a indenizar família por desaparecimento de corpo no IML

A 7ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão da Vara da Fazenda...