Presidente do Senado nomeia João Schoucair para vaga de conselheiro no CNJ

Presidente do Senado nomeia João Schoucair para vaga de conselheiro no CNJ

Promotor João Paulo Santos Schoucair durante a sabatina ocorrida no Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, nomeou o promotor de justiça João Paulo Santos Schoucair para assumir o cargo de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A nomeação de Schoucair foi publicada nesta quinta-feira (9/6) no Diário Oficial da União.

O CNJ é composto por quinze conselheiros com mandato de dois anos. São 9 magistrados, dois membros do Ministério Público, dois advogados indicados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e dois indicados pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

O nome de Schoucair foi indicado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, e sua indicação já havia sido aprovada pelo Senado no dia 1 de junho. Ele ocupará vaga destinada a promotores de Justiça estaduais.

Durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o promotor se comprometeu a atuar de forma “equilibrada, cuidadosa, imparcial e independente”.

Também defendeu o diálogo institucional entre os três poderes e a busca de soluções de consenso que assegurem o respeito aos direitos fundamentais previstos na Constituição de 1988.

Schoucair é promotor de Justiça desde 2004 no Ministério Público da Bahia (MP-BA) e atualmente coordena o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e Investigações Especiais (GAECO).

Os conselheiros do CNJ são responsáveis por controlar a atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário, assim como o cumprimento dos deveres funcionais dos juízes.

Fonte: Conjur

Leia mais

Ter cabo eleitoral contratado no dia da votação não basta para provar campanha irregular

Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas afastou a obrigação de devolver R$ 142,7 mil nas contas da campanha de David Almeida e entendeu que é...

Licença ambiental emitida por engano não protege infrator

Uma licença ambiental expedida com base em erro na identificação da propriedade não impede a aplicação de sanções quando o beneficiário tinha conhecimento da...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Ter cabo eleitoral contratado no dia da votação não basta para provar campanha irregular

Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas afastou a obrigação de devolver R$ 142,7 mil nas contas da campanha de David...

Licença ambiental emitida por engano não protege infrator

Uma licença ambiental expedida com base em erro na identificação da propriedade não impede a aplicação de sanções quando...

Sem ilegalidade comprovada, banca não é obrigada a rever títulos de residência médica

A Justiça Federal no Amazonas decidiu que a banca examinadora de processo seletivo para residência médica não pode ser...

STF afasta recebimento implícito de queixa-crime como marco interruptivo da prescrição penal

Primeira Turma rejeitou recurso em processo do Amazonas e manteve como referência a decisão formal que recebeu a acusação. O...