Juiz Henrique Veiga Lima é homenageado com título de Cidadão Nhamundaense

Juiz Henrique Veiga Lima é homenageado com título de Cidadão Nhamundaense

Juiz de Direito Henrique Veiga. Foto: Chico Batata

O juiz de Direito Henrique Veiga Lima, titular da 9.ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas, foi homenageado com o título de “Cidadão Nhamundaense” pelos relevantes serviços prestados à população do Município (distante 375 quilômetros de Manaus) no período em que exerceu jurisdição naquela comarca, onde atuou tanto na Justiça Comum quanto na Justiça Eleitoral. A solenidade de outorga do título aconteceu no último dia 6/9, no Plenário Vereador Samuel Bruce.

A homenagem ao magistrado do TJAM, resultado de propositura do vereador Jucenildo Coelho Furtado, foi formalizada por meio do Decreto Legislativo n.º 001, de 29 de agosto deste ano.

“Nada mais gratificante na vida de um homem do que o reconhecimento. Não pela vaidade de ser reconhecido, mas pela afirmação coletiva de que nossos atos tiveram aprovação majoritária em meio a esta imensidão que é a diversidade humana”, declarou o juiz Henrique Veiga, em discurso durante a solenidade.

O magistrado agradeceu a atitude de consideração e afeto recebida da população local, por meio de seus representantes no Parlamento, em especial os vereadores Jucenildo Paulain Gomes e Luís Ocivaldo Coelho Furtado. Em seu discurso, fez também referência ao atual juiz titular desta Comarca, Marcelo Cruz, e ao tabelião Jorge Reis Tavares.

“Recebo e ostento com orgulho o título que me concedem nesta data. Desde que desembarquei no Município pela primeira vez, pela acolhida que tive, já me considerava nhamundaense. Agora, com o título que me concedem tornando-me nhamundaense de direito, estou convicto de que se ainda não o mereço por completo, muito farei para justificá-lo”, afirmou o titular da 9.ª Vara Criminal de Manaus.

Trejetória

Além de Nhamundá, o magistrado Henrique Veiga Lima atuou nas Comarcas de Presidente Figueiredo, Parintins e Itacoatiara; foi juiz da 58.ª Zona Eleitoral; coordenador da Propaganda Eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE/AM); diretor da Escola Judiciária Eleitoral; respondeu pelo 2.º Tribunal do Júri e atuou nas quatro Varas Especializadas em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (Vecutes) e na Vara de Trânsito; e integrou, por vários anos, o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF/TJAM). Atualmente, preside o Subcomitê de Gestão de Pessoas do Tribunal e é diretor-adjunto do Fórum Ministro Henoch Reis. Ele também foi juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Amazonas e da Corregedoria-Geral do TJAM, tendo atuado como desembargador convocado.

Fonte: Asscom TJAM

Leia mais

Alegação de impacto no score por dívida prescrita não configura dano moral

Dívida prescrita no Serasa não gera dano moral mesmo com alegação de impacto no score.  A utilização de dados para análise de risco de crédito...

Erro em registro civil não pode ser levado à Justiça sem prévia tentativa de correção no cartório

Erros materiais em registro civil que podem ser corrigidos diretamente no cartório não justificam o acionamento imediato do Judiciário, sob pena de ausência de...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Alegação de impacto no score por dívida prescrita não configura dano moral

Dívida prescrita no Serasa não gera dano moral mesmo com alegação de impacto no score.  A utilização de dados para...

Erro em registro civil não pode ser levado à Justiça sem prévia tentativa de correção no cartório

Erros materiais em registro civil que podem ser corrigidos diretamente no cartório não justificam o acionamento imediato do Judiciário,...

Erro em cobrança que cria dívida inexistente no cartão, embora com estorno, causa dano moral

Erro de cobrança que gera dívida inexistente em fatura de cartão de crédito, ainda que posteriormente estornado, pode configurar...

Falta de pagamento de custas de citação permite extinção do processo sem intimação pessoal

A ausência de recolhimento das custas necessárias para a citação do réu autoriza a extinção do processo sem resolução...