Justiça do Amazonas prorroga prisão temporária de envolvidos na Operação Garimpo Urbano

Justiça do Amazonas prorroga prisão temporária de envolvidos na Operação Garimpo Urbano

O Ministério Público do Amazonas, pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Geaco/MPAM), requereu e obteve da Justiça a prorrogação da prisão temporária do ex-secretário de Estado da Inteligência Samir Garzedim Freire e dos investigadores Adriano José Frizo, Jarday Bello Vieira e André Silva da Costa, todos envolvidos na Operação Garimpo Urbano. Segundo informações do Gaeco, a prorrogação se faz necessária para garantir a eficácia de diversas medidas investigativas em andamento, dentre elas a oitiva de mais pessoas e se fundamenta em fatos novos e elementos concretos colhidos no curso da investigação.

O pedido de prorrogação foi acolhido pelo Poder Judiciário em decisão longamente fundamentada e tomada de forma colegiada. A prisão temporária foi prorrogada por mais 30 dias, a fim de evitar a atuação dos envolvidos no sentido de alterar a situação ou influenciar na coleta de provas, enquanto seguem os trabalhos de investigação. Além da oitiva de testemunhas, há a preocupação quanto ao alcance dos objetos dos crimes apurados, como o ouro, e de outros produtos e valores em que podem ter sido convertidos.

“O Gaeco atua neste momento com medidas para contornar a constatação de que há influência direta de envolvido ou envolvidos sobre o ânimo de pessoa ou pessoas que prestam depoimento perante o órgão ministerial, bem como em tomar conhecimento direto e com prontidão sobre a investigação sigilosa realizada por este grupo, o que provocou medidas de contrainteligência, as quais alcançaram e desvelaram tais atos, já evidenciados nos autos, demonstrando a legítima preocupação de que, soltos, possam os envolvidos prejudicar a apuração dos fatos”, informou o Gaeco.

Fonte: Asscom MPAM

Leia mais

Efetivação sem concurso antes da Constituição não assegura permanência no cargo

O fato de um servidor ter sido enquadrado como efetivo antes da Constituição de 1988 não basta para assegurar sua permanência no cargo quando...

Justiça manda plano indenizar em R$ 10 mil após paciente ter tratamento interrompido

A Justiça do Amazonas condenou uma operadora de plano de saúde a pagar R$ 10 mil por danos morais após interromper o tratamento de...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Cliente deve ser indenizada por ter conta bancária encerrada sem aviso

Uma moradora de Muriaé, na Zona da Mata, deve ser indenizada pelo encerramento sem aviso de sua conta bancária....

Justiça reconhece fraude em empréstimos consignados e bancos indenizarão aposentado rural em R$ 3 mil

A Vara Única da Comarca de Santo Antônio (RN) declarou a inexistência de contratos de empréstimo consignado firmados em...

Justiça condena consumidor por má-fé após comprovar contratação de serviço de telefonia

Um consumidor que ajuizou ação contra uma operadora de telefonia teve os pedidos julgados improcedentes após não comprovar que...

Bolsonaro pede liberação de visitas de Flávio na prisão domiciliar

O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu nesta segunda-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a liberação das visitas do senador...