Homem teria inserido cola em urna eletrônica no Mato Grosso após voto e polícia está no encalço

Homem teria inserido cola em urna eletrônica no Mato Grosso após voto e polícia está no encalço

No Mato Grosso do Sul um homem teria se utilizado de uma colo instantânea após o sufrágio do voto em uma urna eletrônica. O caso aconteceu na manhã de hoje em uma seção eleitora da Escola Estadual Ewaldo Meyere Roderjam, em Brasnorte, a 588 quilômetros de Cuiabá. As informações são do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso. 

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, o eleitor teria informado aos mesários que não estava conseguindo votar devido a um problema na urna. A Juíza eleitoral Leilamar Aparecida Rodrigues estava no local e realizou a substituição do equipamento após constatar que as teclas 1 e 3 estavam com cola instantânea. 

Em seguida, a magistrada determinou à Polícia Militar que realizasse as diligências imprescindíveis para localizar o suspeito de ter praticado o dano contra as urnas eletrônicas. As autoridades eleitorais acompanham o caso, inclusive já acionado o Ministério Público. 

Leia mais

Sem prova de ilegalidade, Justiça não substitui avaliação de comissão de heteroidentificação

Segundo a decisão, o controle judicial é possível, mas não autoriza a substituição automática da avaliação administrativa. A Justiça Federal negou o pedido de liminar...

Análise de documentos não se confunde com dilação probatória para negar mandado de segurança

TRF1 suspende sentença que extinguiu ação sem julgamento do mérito ao entender que controvérsia pode ser resolvida com base em documentos já constantes dos...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça condena maternidade e pediatra por violência obstétrica psicológica

A 5ª Vara Cível de Campo Grande (MS) condenou maternidade e pediatra ao pagamento de R$ 15 mil por...

Justiça condena clínica de estética por procedimento facial malsucedido

A 9ª Vara Cível de Campo Grande (MS) condenou, de forma solidária, uma clínica de estética e sua franqueadora...

Justiça proíbe companhia aérea de exigir quitação antecipada para remarcar voo

Exigir a quitação do saldo remanescente de um pacote de viagens como condição para remarcar um voo cancelado, sem...

Sem prova de ilegalidade, Justiça não substitui avaliação de comissão de heteroidentificação

Segundo a decisão, o controle judicial é possível, mas não autoriza a substituição automática da avaliação administrativa. A Justiça Federal...