‘Informações sensíveis’ nas mãos de Equipe de Transição, mas sem repasse ao público até então

‘Informações sensíveis’ nas mãos de Equipe de Transição, mas sem repasse ao público até então

O Gabinete de Transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, teve acesso a informações, consideradas sensíveis, cujo conteúdo se encontra em relatório  elaborado pelos grupos técnicos da equipe, mas não serão repassadas, até então, ao público. Essas informações foram apuradas em ministérios e órgãos de controle. A ideia é de entregar essas informações por meio de um relatório com uma síntese geral. 

“Vamos fazer um documento organizando o cenário de diagnóstico, as emergências orçamentárias. Elas são muitas, cada vez que a gente vem aqui tem uma emergência”, disse Aloizio Mercadante, um dos coordenadores do grupo de transição. O documento apresentará, ao final, uma análise da atuação do Governo Bolsonaro, alertas de órgãos de controle e sugestão de normas que podem ser revogadas. 

Há data para a entrega desse relatório, será o dia 11 de dezembro. Além das análises definitivas sobre o atual governo, o plano é apresentar sugestão de propostas aos primeiros 100 dias de governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. Aos 23 de novembro a equipe de transição editou uma portaria instituindo o ‘termo de integridade e compromisso de não utilização de informações privilegiadas’. O documento ainda depende de assinaturas. 

Sabe-se que, num destes levantamentos, a equipe de transição, como a do meio ambiente, pretende demonstrar a incidência de desmatamentos ilegais na Amazônia, e se fala em implantar uma Força Nacional do Meio Ambiente. 

 

 

Leia mais

Partido político não pode invocar prescrição para se eximir do dever de prestar contas

Partido político não pode usar a passagem do tempo para se eximir da obrigação de prestar contas à Justiça Eleitoral. O entendimento foi reafirmado pelo...

Escolha do seguro não é presumida: contrato separado não prova que o cliente quis, decide a Justiça

A mera separação formal dos contratos não é suficiente para afastar a configuração de venda casada quando inexiste prova de consentimento livre, decidiu a...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Partido político não pode invocar prescrição para se eximir do dever de prestar contas

Partido político não pode usar a passagem do tempo para se eximir da obrigação de prestar contas à Justiça...

Prefeito pode responder por propaganda eleitoral publicada por subordinado em rede oficial

O prefeito pode ser responsabilizado por propaganda eleitoral divulgada nos canais oficiais da administração mesmo quando não tenha feito...

Compartilhar pesquisa eleitoral sem registro no status do WhatsApp pode gerar multa, diz TSE

Compartilhar no status do WhatsApp uma pesquisa eleitoral sem registro prévio na Justiça Eleitoral pode resultar em multa, mesmo...

Escolha do seguro não é presumida: contrato separado não prova que o cliente quis, decide a Justiça

A mera separação formal dos contratos não é suficiente para afastar a configuração de venda casada quando inexiste prova...