Blogueiro bolsonarista divulga informação mentirosa sobre Gilmar Mendes

Blogueiro bolsonarista divulga informação mentirosa sobre Gilmar Mendes

O Supremo Tribunal Federal desmentiu nesta sexta-feira (8/7) uma notícia falsa, reproduzida nas redes sociais pelo blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio — investigado no inquérito das fake news —, que ligava o ministro Gilmar Mendes a uma igreja de Minas Gerais.

De acordo com a publicação, documentos comprovariam que o magistrado é presidente de uma igreja de Santos Dumont (MG) que fatura até R$ 2,5 milhões por ano. O CNPJ do templo estaria vinculado ao CPF de Gilmar.

Com base em consulta ao site da Receita Federal, o STF mostrou que o presidente da igreja de fato se chama Gilmar Ferreira Mendes. No entanto, trata-se de um homônimo, pois o CPF em questão não é o do ministro.Oswaldo Eustáquio tem dado bastante trabalho à Justiça. Em nome de uma suposta liberdade de opinião, o blogueiro já foi preso duas vezes por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

Suspeito de participar da organização de atos contra as instituições democráticas, o blogueiro foi autorizado a cumprir domiciliar após a primeira prisão, mas acabou sendo preso novamente por descumprir medidas cautelares. Eustáquio desrespeitou “proposital e reiteradamente” as ordens para não sair de Brasília e para não usar as redes sociais.

Já o autor da notícia mentirosa sobre Gilmar, Allan dos Santos, teve a prisão decretada por Alexandre em outubro do último ano por produzir e difundir conteúdos falsos para atacar e descreditar instituições públicas. Atualmente, está foragido da Justiça brasileira.

Fonte: Conjur

Leia mais

Mudança de argumentos não permite rediscutir exclusão de policial militar já validada pela Justiça

Mudança de argumentos jurídicos ou a apresentação de novos fundamentos não autorizam a reabertura de uma discussão já definitivamente encerrada pela Justiça. O entendimento...

Juiz diz que cabe à Fazenda Pública julgar omissão da CMM, mas remete caso de vereador ao TJAM

Na decisão, o juiz explicou que, numa leitura isolada, a Constituição do Amazonas parece atribuir ao Tribunal de Justiça a competência para julgar mandados...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça afasta usucapião de imóvel emprestado após divórcio

A 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu que a ocupação de um imóvel...

Mudança de argumentos não permite rediscutir exclusão de policial militar já validada pela Justiça

Mudança de argumentos jurídicos ou a apresentação de novos fundamentos não autorizam a reabertura de uma discussão já definitivamente...

Ofensas e exposição nas redes sociais após fim de sociedade leva a indenização por danos morais

Uma mulher ingressou com ação de indenização por danos materiais e morais na 2ª Vara Cível de Sorriso contra...

Justiça reconhece paternidade socioafetiva e determina registro em certidão de jovem

A 1ª Vara Cível da comarca de São Francisco do Sul reconheceu a paternidade socioafetiva exercida por um homem...