Perdão a Daniel Silveira “não pode ser objeto de releitura por outro poder” diz AGU

Perdão a Daniel Silveira “não pode ser objeto de releitura por outro poder” diz AGU

A concessão do perdão a Daniel Silveira não pode ser objeto de releitura por outro Poder. A afirmação é da Advocacia Geral da União em ação popular que pede a suspensão dos efeitos do decreto editado pelo Presidente Jair Bolsonaro em atenção à condenação que o Deputado sofreu perante o Supremo Tribunal Federal.

A Graça, instituto de natureza constitucional, embora hostilizada em ações que foram deflagradas contra a iniciativa de Jair Bolsonaro, tem, na Advocacia Geral da União, a defesa do decreto emitido pelo Chefe do Executivo Federal.  Dia seguinte após a condenação de Silveira pelo STF, Jair Bolsonaro expediu o decreto. 

A manifestação da Advocacia Geral da União foi disposta na última sexta-feira, ontem, dia 29, firmando que o perdão da pena imposto a Daniel Silveira não pode ser objeto de releitura por outro Poder. Silveira fora condenado por ataques antidemocráticos a Ministros do Supremo Tribunal Federal. Na prática, o perdão impede a execução da pena. Discute-se os efeitos secundários da condenação, como a inelegibilidade, para muitos, não extintos, pois não abrangidos pela natureza jurídica do instituto. 

Leia mais

TJ-AM derruba lei que ampliava benefícios a advogados presos no Amazonas

O Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas julgou procedente açao promovida pelo Ministério Público e declarou a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei estadual...

Sem provas de erro na apreensão das drogas que levou à condenação, não cabe revisão criminal

Câmaras Reunidas do TJAM reafirmam que a revisão criminal não é via para reavaliar provas nem anular busca policial amparada em fundadas razões. As Câmaras...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

STJ invalida prisão de devedor de alimentos intimado pelo WhatsApp

Em julgamento de habeas corpus, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, que a...

Moraes exclui receitas próprias do MPU de limites do arcabouço fiscal

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar para excluir as receitas próprias do...

Condomínio é condenado por demora no socorro a mulheres presas em elevador

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal manteve decisão que condenou condomínio a indenizar duas mulheres que...

Comerciante tem indenização negada por bloqueio de conta bancária

A 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve decisão da Comarca de Cambuí, no...