A guerra jurídica entre Brad Pitt e Angelina Jolie não encontra trégua na justiça americana

A guerra jurídica entre Brad Pitt e Angelina Jolie não encontra trégua na justiça americana

Comportamento abusivo de Brad Pitt é o que Angelina Jolie informa às autoridades americanas em uma nova queixa contra o ex-marido. No documento então oficializado, no dia de ontem, Jolie relata detalhes de abusos sofridos por Pitt e se reporta a um fato ocorrido em 2016 dentro de um avião particular, o que teria sido o motivo da dissolução do casamento. 

Brad Pitt teria exigido de Angelina um acordo de confidencialidade no qual a mulher ficaria proibida de falar sobre os abusos emocionais e físicos perpetrados contra si pelo ator, que também comportaria agressão aos filhos do casal. No ano de 2016, Pitt, Jolie e seus seis filhos voaram da França para a Califórnia. O ator teria, segundo Angelina, sufocado um dos filhos e bateu no rosto de outro, sacudindo a cabeça de Jolie, ante sua intervenção a favor das crianças. De então, houve o pedido de divórcio. 

A defesa de Pitt diz que não irá aceitar acusações por fatos que não cometeu. O processo de separação de Brad Pitt e Angelina Jolie se arrasta por anos, envolvendo batalha judicial onde também se discute a guarda dos filhos. O mais recente imbróglio jurídico se refere à disputa sobre uma vinícola francesa Chàteau Miraval, adquirida pelo famoso casal há mais de dez anos. Pitt diz que Angelina vendeu metade de suas ações para outra empresa sem que o mesmo tenha autorizado. 

Nessa guerra jurídica, há relatos e fatos diversos, e indicam que não chegarão ao fim, proximamente,  sequer dentro das possibilidades jurídicas que são identificadas como viáveis dentro do litígio que envolve o ex-casal. A mais nova queixa de Angelina contra Pitt foi inaugurada nesta semana e sequer teve seus pressupostos de admissibilidade ainda verificados. 

 

Leia mais

Sem prova de ilegalidade, Justiça não substitui avaliação de comissão de heteroidentificação

Segundo a decisão, o controle judicial é possível, mas não autoriza a substituição automática da avaliação administrativa. A Justiça Federal negou o pedido de liminar...

Análise de documentos não se confunde com dilação probatória para negar mandado de segurança

TRF1 suspende sentença que extinguiu ação sem julgamento do mérito ao entender que controvérsia pode ser resolvida com base em documentos já constantes dos...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça condena maternidade e pediatra por violência obstétrica psicológica

A 5ª Vara Cível de Campo Grande (MS) condenou maternidade e pediatra ao pagamento de R$ 15 mil por...

Justiça condena clínica de estética por procedimento facial malsucedido

A 9ª Vara Cível de Campo Grande (MS) condenou, de forma solidária, uma clínica de estética e sua franqueadora...

Justiça proíbe companhia aérea de exigir quitação antecipada para remarcar voo

Exigir a quitação do saldo remanescente de um pacote de viagens como condição para remarcar um voo cancelado, sem...

Sem prova de ilegalidade, Justiça não substitui avaliação de comissão de heteroidentificação

Segundo a decisão, o controle judicial é possível, mas não autoriza a substituição automática da avaliação administrativa. A Justiça Federal...