DPE-AM apura cobrança de até R$ 6,5 mil por colchões sem funções prometidas em Itacoatiara

DPE-AM apura cobrança de até R$ 6,5 mil por colchões sem funções prometidas em Itacoatiara

Consumidores relataram cobrança de até R$ 6,5 mil por colchões sem as características prometidas

A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) instaurou um procedimento para apurar denúncias de publicidade enganosa e cobrança indevida contra a empresa Sonho Bom Colchões Ltda., em Itacoatiara.

De acordo com o defensor público Ícaro Avelar, o modo de atuação da empresa apresenta indícios de estelionato comercial, já que diversos consumidores relataram terem sido cobrados por colchões vendidos com a promessa de funções terapêuticas e de massagem, mas que, na prática, não possuíam as características anunciadas.

Os colchões eram vendidos por cerca de R$ 6 mil, e os compradores recebiam apenas um recibo simples, sem contrato ou assistência. Em alguns casos, a empresa chegou a ajuizar ações de cobrança contra os consumidores.

A DPE-AM solicitou documentos à empresa e oficiou o Procon-AM, o MPAM e a Polícia Civil para investigar possíveis infrações. Caso não haja acordo, a Defensoria poderá propor ação civil pública.

Consumidores afetados podem procurar atendimento na unidade da Defensoria em Itacoatiara, levando comprovantes da compra.

Leia mais

Dificuldade financeira, por si só, não afasta prisão civil por dívida alimentar

Ministra Nancy Andrighi ressalta que a necessidade alimentar de crianças e adolescentes é presumida e que alegações de incapacidade econômica exigem comprovação efetiva para...

Faculdade não pode negar análise de aproveitamento de disciplinas entre cursos

Uma instituição de ensino superior não pode recusar, de forma automática, o pedido de aproveitamento de disciplinas cursadas em outro curso sem antes analisar...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça condena plataforma online que liberou pagamento ao vendedor mesmo após devolução do produto

Uma plataforma de vendas online terá que restituir o valor pago por um consumidor após ele receber um console...

TJSC confirma condenação a pai que abandonou filha de 3 anos em casa para ir a uma festa

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve a condenação de um homem pelo...

Suspensão de processos sobre vínculo de emprego depende de exame do caso específico

Dois mandados de segurança relativos à suspensão nacional de processos referentes a vínculo de emprego julgados pela Subseção II...

Parceria com município para acesso a banheiros afasta indenização a gari

A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve a decisão que negou indenização a um gari de...