Polícia Rodoviária Federal sob suspeita e em investigação pelo MPF e Polícia Federal

Polícia Rodoviária Federal sob suspeita e em investigação pelo MPF e Polícia Federal

A Polícia Rodoviária Federal está endo investigada pela atuação no dia da votação do segundo turno da eleição e também na desmobilização das manifestações antidemocráticas que bloquearam estradas pelo país.

Essa apuração, solicitada à Polícia Federal, pelo MPF, do Distrito Federal, mira o diretor-geral da corporação, Silvinei Vasques. Ele também é alvo do MPF do Rio de Janeiro, que pediu seu afastamento alegando uso indevido do cargo, por ter feito campanha para Jair Bolsonaro em suas redes sociais. 

Vasques se tornou réu ao ser notificado no processo, que também pede sua condenação pela prática dolosa de improbidade administrativa. A PRF está sob suspeita de atuação política em favor de Bolsonaro, por causa da realização de blitze no transporte público de eleitores, principalmente no Nordeste, região onde Luiz Inácio Lua da Silva tem ampla margem de votos. 

Contra Vasques, o Diretor Geral da PRF, a Polícia Federal abriu um inquérito que investiga suspeita de prevaricação. O Ministério Público Federal, no DF, foi o autor da apuração que tem o objetivo de averiguar a conduta de Vasques no dia da votação, quando ele descumpriu a ordem de Moraes e montou blitze contra eleitores. Além disso, o inquérito também apura a condução da PRF no desmantelamento dos bloqueios de rodovias. 

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