Em vigência a norma eleitoral de que candidatos, fiscais de partidos e outros não possam ser presos

Em vigência a norma eleitoral de que candidatos, fiscais de partidos e outros não possam ser presos

Desde o dia 15 de outubro, candidatos, membros de mesas receptoras de votos, fiscais de partido político, durante o exercício de suas funções, não poderão ser detidos ou presos, à não ser em caso de flagrante delito. Na hipótese de flagrante o preso será imediatamente conduzida à presença do juiz competente que, se verificar a ilegalidade da detenção a relaxará e a autoridade coatora será responsabilizada hoje com a aplicação de pena prevista em 04 anos de reclusão. A norma está descrita no Código Eleitoral. A imposição é prevista com o sentido de que alguma autoridade possa pretender ou utilizar o seu poder de prisão para interferir no resultado das eleições. A garantia se estende até 48 horas após as eleições. 

Nessa linha de dispositivo, nenhuma autoridade poderá, desde 5(cinco) dias antes e até 48(quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito à salvo conduto. A diferença é que, para os eleitores, o intervalo é menor.

Neste segundo turno das eleições participarão dois candidatos nas eleições gerais, e que disputam a Presidência da República,  além de 24 candidatos que concorrem aos governos  em 12 Estados da federação brasileira. As normas e as exceções quanto a prisão, nesta fase, se encontram descritas no Artigo 236 do Código Eleitoral – Lei 4.737/1965. 

Leia mais

Uso habitual de cartão de crédito descaracteriza cobrança indevida, decide Turma Recursal

A utilização reiterada de cartão de crédito pelo consumidor é suficiente para afastar a alegação de cobrança indevida quando há prova de contratação válida...

Sem prova de insuficiência, majoração do dano moral encontra limite no risco de excesso punitivo

Sem a demonstração de que a indenização fixada em primeiro grau deixou de cumprir sua função compensatória, o pedido de majoração do dano moral...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Parcelamento de dívida trabalhista depende da concordância do credor, decide TRT-GO

A 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-GO) decidiu que o parcelamento de dívida trabalhista...

Justiça entende que prejuízo em mercado financeiro é responsabilidade do investidor

A 2ª Câmara Cível negou provimento ao recurso apresentado por um investidor, que teve seu pedido de indenização por...

Facebook é condenado por suspender perfil de usuário sem aviso prévio

O Facebook Serviços Online do Brasil Ltda foi condenado a indenizar um usuário em 3 mil reais, a título...

TRT-15 mantém responsabilização de sócios em execução diante da insuficiência patrimonial da empresa

A 3ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região manteve a inclusão de sócios e de empresa...