Divergência aberta: Bolsonaro não cometeu abuso de poder político, diz Raul Araújo

Divergência aberta: Bolsonaro não cometeu abuso de poder político, diz Raul Araújo

O Ministro Raul Araújo abriu divergência do voto do Relator Benedito Gonçalves, e empatou o julgamento em 1/1 de forma contrária ao pedido do PDT para declarar Bolsonaro inelegível. Antes de adentrar no mérito da matéria, Araújo ainda considerou que o julgamento não deveria levar em consideração a minuta golpista encontrada na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres. 

No mérito, à conduta de Bolsonaro, o Ministro Raul Araújo concluiu que está sendo emprestada gravidade desproporcional. Segundo Araújo, sobre Bolsonaro ter feito afirmações inverídicas no evento com embaixadores, houve excessos verbais, mas nem todo o discurso veicula afirmações inverídicas, estando igualmente presentes naquele manifestação trechos nos quais o investigado apenas expõe sua opinião política sobre temas abertos ao diálogo institucional público.  

Raul Araújo adotou posição contrária ao que bolsonaristas esperavam- um pedido de vista- mas votou contra a condenação do ex-presidente. Cada cidadão é livre para duvidar, disse o Ministro. No caso Bolsonaro , o encontro com os embaixadores, em Brasília, em julho do ano passado, embora não se possa negar o caráter eleitoral do evento, não houve o abuso perseguido na ação. Bolsonaro apenas relatou sua dúvida com a segurança das urnas, disse. O próximo a votar é o Ministro Floriano de Azevedo Marques. 

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