Ainda preso, procurador que agrediu chefe em expediente continuará a receber salários

Ainda preso, procurador que agrediu chefe em expediente continuará a receber salários

Foto: Reprodução/Rede Social

O fato de o servidor público estar preso preventivamente não legitima a Administração Pública a proceder a descontos em seus proventos. O enunciado é do Supremo Tribunal Federal. Desta maneira, Demétrius Oliveira de Macedo continuará a receber seus salários, mesmo estando preventivamente preso por ter agredido a Procuradora Geral de Registros, em São Paulo. 

O procurador do município de Vale do Ribeira continua preso preventivamente por ter agredido sua chefe, a Procuradora de Registro do Município, Gabriela Samadello Monteiro, em 23 de junho. Demétrius responde a ações penais pelas acusações de tentativa de feminicídio, injúria e coação no curso do processo. O Ministério Público obteve provimento em pedido de prisão preventiva decretada judicialmente. 

Ainda que nessas circunstâncias, o agressor voltou a receber o salário de R$ 6,3 mil reais, por ser do quadro de procuradores do município do Vale do Ribeira, em São Paulo. Esses vencimentos serão mantidos até que sobrevenha a decisão da comissão do processo administrativo disciplinar ao qual, na esfera da administração, o servidor responde pelos atos ilícitos praticados. Demétrius se encontra respondendo a processo tanto na esfera judicial, quanto na administrativa. 

Leia mais

Homem é condenado a 30 anos por estuprar criança e favorecer exploração sexual em Fonte Boa

A Justiça do Amazonas condenou a 30 anos de prisão um homem acusado de estupro de vulnerável e favorecimento à exploração sexual de uma...

Defensoria do Amazonas abre seleção para estágio em Direito em Tefé

A Defensoria Pública do Amazonas abriu inscrições para seleção de estágio em Direito em Tefé (AM), com uma vaga imediata e cadastro de reserva....

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Homem é condenado a 30 anos por estuprar criança e favorecer exploração sexual em Fonte Boa

A Justiça do Amazonas condenou a 30 anos de prisão um homem acusado de estupro de vulnerável e favorecimento...

Defensoria do Amazonas abre seleção para estágio em Direito em Tefé

A Defensoria Pública do Amazonas abriu inscrições para seleção de estágio em Direito em Tefé (AM), com uma vaga...

Estagiária dispensada após denunciar gerente do banco por assédio sexual deve ser indenizada

Uma estagiária que foi dispensada por um banco após denunciar à ouvidoria condutas de assédio por parte do gerente...

Clube de futebol indenizará torcedor atingido por placa metálica em estádio

A 34ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão da 9ª Vara Cível...