Petistas retornarão com a antiga denominação do Auxílio Brasil que será o Bolsa Família

Petistas retornarão com a antiga denominação do Auxílio Brasil que será o Bolsa Família

A equipe de transição do Governo Lula encabeçada por Geraldo Alckmin acertou com o relator do Orçamento de 2023, Senador Marcelo Castro, do MDB/PI, a apresentação de uma PEC- Proposta de Emenda à Constituição, para autorizar despesas acima do teto de gastos- e aí se inclui o Bolsa Família, como denominam o Auxílio Brasil, voltando ao antigo nome do benefício, instituído inclusive pelo primeiro governo de Luís Inácio. 

O que pretende o grupo de transição é um apagão social no ano que vem, pois, a proposta de Orçamento enviada em agosto pelo Governo Bolsonaro assegura apenas um valor médio de R$ 405,21 no Auxílio Brasil, além de impor cortes severos em programas habitacionais e também no Farmácia Popular.  Esse projeto, a ser votado se constitui no teste político inaugural da gestão do futuro presidente. 

Dirigentes dos principais partidos da Câmara e do Senado entendem que uma proposta que tem como objetivo a sustentação de um programa social tende a enfrentar uma resistência limitada no Congresso. Entretanto, se aponta, também, que as negociações podem ser determinantes para antecipar movimentos políticos que só seriam feitos a partir de 2023.

A preocupação da equipe de transição com a matéria é compreensível. A se manter o Auxílio Brasil ou o Bolsa Família, como voltou a denominar o PT, importa que a folha desse pagamento, para janeiro, seja rodada no mês de dezembro. Essa votação poderá forçar o estabelecimento de uma relação de boa vontade entre o futuro governo e o presidente da Câmara Arthur Lira. É Lira que estabelecerá o rito da tramitação desse projeto. 

Leia mais

Defensoria move ação para garantir tratamento a pacientes com câncer internados em prontos-socorros

Ação contra o Estado do Amazonas pede assistência em 72 horas e plano para superar entraves ao diagnóstico e ao atendimento especializado. A Defensoria Pública...

Justiça condena plano após bebê morrer sem transferência para tratamento especializado

Juiz Francisco Carlos Gonçalves de Queiroz reconheceu que o descumprimento de ordens judiciais retirou da criança uma chance real de acesso à assistência necessária. Uma...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Defensoria move ação para garantir tratamento a pacientes com câncer internados em prontos-socorros

Ação contra o Estado do Amazonas pede assistência em 72 horas e plano para superar entraves ao diagnóstico e...

Justiça condena plano após bebê morrer sem transferência para tratamento especializado

Juiz Francisco Carlos Gonçalves de Queiroz reconheceu que o descumprimento de ordens judiciais retirou da criança uma chance real...

Justiça manda Estado indenizar mulher informada por engano de que tinha HIV

Juiz Gonçalo Brandão de Sousa condenou o Amazonas e o INDSH a pagar R$ 10 mil; erro ocorreu no...

Demora na retirada de restrição sobre imóvel quitado gera dever de indenizar, diz Justiça

3ª Turma Recursal do TJAM manteve condenação da Frutal a regularizar imóvel e pagar R$ 10 mil a compradores;...