Estupro de Vulnerável é a acusação a que responderá o médico anestesista no Rio

Estupro de Vulnerável é a acusação a que responderá o médico anestesista no Rio

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro marcou para esta terça-feira (12), a audiência de custódia do médico anestesista, preso em flagrante delito pela prática do crime de estupro de vulnerável. O médico foi preso ao ter acabado de cometer o crime, pois foi surpreendido colocando o pênis na boca da Paciente. A audiência de custódia é um direito do preso, e deverá ser feita no prazo máximo de 24 horas após a prisão em flagrante delito.

Na audiência, a Justiça Carioca poderá decidir se mantém o médico em prisão, pois o flagrante se constitui apenas em prisão pré cautelar, que não tem força jurídica para mantê-lo preso cautelarmente, exceto se essa prisão for convertida em preventiva, na modalidade descrita no código de processo penal, ao fundamento de que em liberdade possa se constituir em perigo a permanecer no hospital, em face de outras possíveis vítimas, mas somente a Justiça dará a sua palavra, ouvido o representante do Ministério Púbico. 

A Polícia promete indiciamento em inquérito por estupro de vulnerável, e dentro do prazo legal para elucidar os fatos, firma que outras vítimas poderão surgir. A pena pelo estupro de vulnerável está descrita no artigo 217-A do Código Penal, logo após a descrição legal do tipo que pune a conduta de quem pratica ato libidinoso contra a pessoa que não tenha capacidade de resistência para se opor ao ato, como ocorreu no caso da vítima anestesiada, e tem o mínimo de 8 anos de reclusão, com máximo de 15 anos de privação de liberdade. 

 

Leia mais

Morte de paciente que pediu medicamento na Justiça não afasta honorários devidos pelo Estado

Ministra Maria Thereza de Assis Moura manteve condenação do Amazonas ao pagamento de R$ 5 mil à Defensoria Pública após reconhecer impedimento processual ao...

STJ mantém anulação de condenação definitiva por tráfico após entrada policial sem mandado

Quinta Turma, com voto do Ministro Joel Ilan Paciornik, do STJ, considerou ilegal a apreensão de drogas em residência após denúncia anônima, revista pessoal...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Saiba como consultar o seu local de votação

Quem vai votar neste segundo turno das eleições precisa ficar atento às mudanças em locais de votação. Segundo dados...

Justiça condena clínica veterinária por morte de cão durante banho

O 1º Juizado Especial Cível de Águas Claras (DF) condenou uma clínica veterinária a indenizar os tutores de um...

Eleições 2026: nenhum eleitor pode ser preso a partir desta terça

A partir desta terça-feira (20), cinco dias antes do segundo turno das eleições, nenhum eleitor pode ser preso ou...

Ao TSE, Meta nega tratamento desigual entre candidaturas presidenciais

Em manifestação enviada na noite de segunda-feira (19) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a empresa Meta - responsável por...