Empresário acusado de torturar enteado continuará preso no Rio de Janeiro com uso de medicação

Empresário acusado de torturar enteado continuará preso no Rio de Janeiro com uso de medicação

Após ser evidenciado por câmeras de segurança do prédio onde o acusado morava com a então mulher, o filho dela e a filha que o casal teve, em Niterói, e sozinho com a criança que foi vitimada, de apenas 04 anos,  o empresário Victor Arthur Pinho Possobom, de 32 anos, iniciou a prática da tortura contra o enteado, no Rio de Janeiro. Preso, os advogados alegaram que ele sofre de transtornos psiquiátricos e solicitaram que recebesse medicação, mas não se conseguiu a domiciliar pretendida. O empresário se encontra preso, preventivamente, na Cadeia Púbica Frederico Marques.

As agressões foram registradas por câmeras de segurança do prédio onde o acusado morava. No registro, em vídeo, Possobom está em um sofá no saguão do prédio. Ele olha ao redor, e, aparentemente, por entender que estava sozinho com a criança, a sufoca e a agride. Na entrada do elevador, de imediato, as câmeras detectam quando Possobom coloca a mão na boca e no nariz do menino, que fica estático.

A defesa, no entanto, obteve a permissão judicial para a entrada de medicamentos controlados para o padrasto da criança agredida, medicação que será entregue pelo próprio advogado de Possobom, mediante determinação judicial. Há relatos que o agressor tem antecedentes por crime de violência doméstica contra a mulher, mãe da criança. 

Leia mais

Justiça aplica entendimento do STF e protege mulher ameaçada fora do ambiente doméstico

O juiz de Direito Leonardo Mattedi Matarangas, durante o plantão judicial do polo 5 - do qual fazem parte as Comarcas de Novo Airão,...

Morto antes da ação, réu não pode ser “ressuscitado” por sucessão processual

Sentença do Juiz George Hamilton Lins extinguiu cobrança proposta contra pessoa que havia falecido antes do ajuizamento e destacou que a sucessão processual só...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça aplica entendimento do STF e protege mulher ameaçada fora do ambiente doméstico

O juiz de Direito Leonardo Mattedi Matarangas, durante o plantão judicial do polo 5 - do qual fazem parte...

Homem que exerce papel de pai desde a infância tem paternidade socioafetiva reconhecida

A Vara Única da comarca de Papanduva (SC) reconheceu a paternidade socioafetiva de um homem que exerce a função...

Concessionária é condenada após manter veículo em propriedade de terceiro

A 17ª Vara Cível de Natal (RN) condenou uma empresa, que atua no comércio de automóveis, ao pagamento de...

Justiça do Trabalho reconhece vínculo de emprego de 1995 a 2001 para fins previdenciários

Vara do Trabalho de Natal (RN) afastou a prescrição bienal e reconheceu o vínculo de emprego entre um trabalhador...