Caso Genivaldo continuará sendo investigado mas sem prisão cautelar até o momento

Caso Genivaldo continuará sendo investigado mas sem prisão cautelar até o momento

Genivaldo de Jesus Santos, 38 anos, morto em Umbaúba, município do litoral sul de Sergipe, após ação de policiais rodoviários federais, que são investigados na apuração do caso pela Polícia Federal, apesar de terem sido afastados de suas funções, não têm, até então, nenhuma decisão que se tenha lançado acerca da necessidade de uma prisão cautelar. Ademais, Fredson Vidal, delegado da Polícia Federal em Sergipe, declarou que “não vê motivos para prisão”.

A Polícia Rodoviária Federal identificou que a abordagem realizada com a pessoa de Genivaldo foi violenta, e instaurou, também, um procedimento disciplinar contra os servidores, sobrevindo, cautelarmente, determinação para que fossem afastados de suas funções.

As investigações para apuração da morte de Genivaldo seguem em curso na Polícia Federal, entretanto, o Delegado Fredson Vidal declarou que até então não há motivos para que os agentes da polícia rodoviária tenham contra si decreto de prisão preventiva. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal ou para garantir a aplicação da lei penal, mas exige a demonstração do perigo que em liberdade os investigados representem para a consecução das investigações ou do processo penal. 

Leia mais

Em Roraima, Justiça proíbe empresa de pressionar empregados a participar de atos políticos

A Justiça do Trabalho determinou, em caráter liminar, que a empresa Danprev Serviços de Vigilância Ltda – EPP se abstenha de pressionar, constranger, obrigar...

STJ mantém restrições impostas a vereador investigado por suposto esquema de ‘rachadinha’ em Manaus

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de liminar apresentado pela defesa do vereador Rosinaldo Ferreira da Silva e manteve, por enquanto,...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Em Roraima, Justiça proíbe empresa de pressionar empregados a participar de atos políticos

A Justiça do Trabalho determinou, em caráter liminar, que a empresa Danprev Serviços de Vigilância Ltda – EPP se...

Família de imigrante japonês vítima de perseguição política no pós-guerra deve ser indenizada

A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) condenou a União ao pagamento de indenização por...

Eletricista será indenizado pela União após ter MEIs abertas ilicitamente em seu nome

A 2ª Vara Federal de Uruguaiana (RS) condenou a União a indenizar um profissional que teve duas inscrições de...

Empresa é condenada por atrasos constantes em pagamento de salários

A Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (RN) condenou uma empresa de construções e serviços...