Roberto Jefferson após ofender Carmen Lúcia desperta sentido à revogação de sua prisão domiciliar

Roberto Jefferson após ofender Carmen Lúcia desperta sentido à revogação de sua prisão domiciliar

 

Roberto Jefferson. Foto: Divulgação

O ex-deputado Roberto Jefferson, do PTB, não se segurou nas ofensas a honra de Carmen Lúcia, Ministra do STF, e despertou sentido à revogação de sua prisão domiciliar, ante descumprimento de condições, firmou a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia. As ofensas de Jefferson se somam comparações a Carmen Lúcia que a agridem diretamente, indo desde a parâmetro com prostitutas, arrombadas e vagabundas, em um vídeo de sua autoria publicada nas redes sociais. 

“Fui rever o voto da bruxa de Blair, a Carmen Lúcifer, na censura prévia à Jovem Pan. Olhei de novo, não dá pra acreditar. Lembra mesmo aquelas prostitutas, aquelas vagabundas arrombadas, que viram para o cara e diz: “benzinho, nunca dei o rabinho, é a primeira vez”. Ela fez pela primeira vez. Ela abriu mão da inconstitucionalidade pela primeira vez”, diz ele. 

“Ela diz assim: é inconstitucional censura prévia, é contra a súmula do Supremo, mas é só dessa vez, benzinho”, segue o ex-deputado. Já foi encaminhado pela Associação Brasileira de Juristas da Democracia (ABJD) pedido ao Ministro Alexandre de Moraes para que revogue a prisão de Jefferson por descumprimento a ordens judiciais, uma vez que restou claro ao ex-parlamentar não fazer uso dessas redes. 

 

Leia mais

STJ decide se acesso indevido a celular anula apreensão de drogas e condenação no Amazonas

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai analisar se a condenação de um réu, no Amazonas, por tráfico de drogas deve ser anulada em...

Impasse sobre o exercício, em vida, de dois cargos não impede a concessão de pensão à viúva

A discussão sobre a possibilidade de um servidor público ter exercido, simultaneamente, dois cargos não pode servir, por si só, para impedir a concessão...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

STJ decide se acesso indevido a celular anula apreensão de drogas e condenação no Amazonas

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai analisar se a condenação de um réu, no Amazonas, por tráfico de...

Impasse sobre o exercício, em vida, de dois cargos não impede a concessão de pensão à viúva

A discussão sobre a possibilidade de um servidor público ter exercido, simultaneamente, dois cargos não pode servir, por si...

Dupla intimação de réu solto faz prazo da apelação começar na última ciência

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve o entendimento da Justiça do Amazonas de que, quando o juiz decide...

Turma Recursal reconhece impedimento de magistrado e anula julgamento que negou justiça gratuita

A 4ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Amazonas anulou um julgamento que havia negado justiça gratuita a um...