PL propõe que homicídio de fiscal ou ativista ambiental pode se torne crime hediondo

PL propõe que homicídio de fiscal ou ativista ambiental pode se torne crime hediondo

Foto: Reprodução Web

Projeto de lei do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) torna crime hediondo o homicídio de fiscais ambientais e ativistas de proteção e preservação do meio ambiente e de povos indígenas. Esse tipo de  crime é inafiançável e não admite liberdade provisória de quem o praticou.

Na avaliação de Kajuru, o homicídio de fiscais ambientais e ativistas de proteção e preservação do meio ambiente e dos povos indígenas é conduta “das mais repugnantes, perpetrada em razão da ganância dos seus autores e mandantes”. Por isso, o PL 2.507/2022 altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848, de 1940) para qualificar o crime.

“Estamos convencidos de que o homicídio praticado contra fiscais ambientais e ativistas de proteção e preservação do meio ambiente e dos povos indígenas merece especial proteção legal, sendo adequado inserir a conduta no rol dos crimes hediondos. Para tanto, modificamos o Código Penal, para tornar essa conduta homicídio qualificado”, afirmaKajuru na justificativa do projeto.

Kajuru cita o episódio recente de violência que envolveu o jornalista inglês Dom Phillips e o ativista  e servidor licenciado da Funai Bruno Araújo Pereira, mortos enquanto faziam trabalho de investigação no Vale do Javari (AM), no início de junho.

“A região é marcada por invasão de terras por garimpeiros ilegais, roubo de madeira e tráfico de drogas. O triste evento trouxe a lembrança de outro homicídio igualmente repugnante: o da missionária católica Dorothy Stang, brutalmente assassinada em Anapu, no Pará [em 2005], a mando de fazendeiros da região”, diz Kajuru.

Fonte: Agência Senado

Leia mais

Renda acima do limite legal não impede concessão do BPC quando situação de pobreza é comprovada

A Turma Recursal da Justiça Federal restabeleceu o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) de um idoso de 85 anos e reafirmou que a renda...

Falta de medicamento no SUS garante fornecimento do fármaco pela Justiça

A Turma Recursal da Justiça Federal manteve a decisão que determinou à União o fornecimento do medicamento Micofenolato de Sódio (360 mg) a uma...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Renda acima do limite legal não impede concessão do BPC quando situação de pobreza é comprovada

A Turma Recursal da Justiça Federal restabeleceu o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) de um idoso de 85 anos...

Falta de medicamento no SUS garante fornecimento do fármaco pela Justiça

A Turma Recursal da Justiça Federal manteve a decisão que determinou à União o fornecimento do medicamento Micofenolato de...

Justiça manda banco cessar cobrança antecipada de parcelas sem justa causa e restabelecer parcelamento

A Justiça do Amazonas determinou que o Banco Bradesco cesse a cobrança antecipada, considerada sem justa causa, das parcelas...

Decisão que apenas reafirma ato anterior não reabre prazo de recurso

A controvérsia sobre a apreensão do veículo já havia sido decidida anteriormente, sem que a parte interpusesse, de imediato,...