Nova condenação de João de Deus somam penas que juntas perfazem 223 anos de cadeia

Nova condenação de João de Deus somam penas que juntas perfazem 223 anos de cadeia

 O Juiz Marcos Boetchat Lopes Filho, da Comarca de Abadiânia, condenou a 109 anos e 11 meses de reclusão o médium João de Deus por crimes sexuais. João responde a três processos pela prática de crimes contra a liberdade sexual onde também se lhe impôs o pagamento de indenizações por danos morais de até R$ 100 mil reais às vítimas. Ainda cabe recurso, e a defesa articula a interposição em favor do acusado. O juiz, apesar da quantidade da pena, flexibilizou sua decisão, e permitiu que João de Deus deverá permanecer em prisão domiciliar. As penas se somam a processos anteriores, que juntas, perfazem mais de 200 anos de prisão. 

As condenações contra o médium estão assim especificadas no processo : Crimes sexuais contra cinco vitimas a pena de 51 anos e 9 meses de reclusão em regime inicialmente fechado por crimes entre 2010 e 2016. Crimes sexuais contra três vítimas: 16 anos e 10 meses de reclusão em regime inicialmente fechado por crimes entre 2011 e 2013. Crimes sexuais contra cinco vítimas: 41 anos e 04 meses de reclusão em regime inicialmente fechado por crimes entre 2010 e 2015. 

Como o médium já havia sido condenado em outros processos, as penas de João de Deus somam mais de 223 anos e três meses de detenção. João de Deus foi preso pela primeira vez em 16 de dezembro de 2018, depois que algumas mulheres o denunciaram por abuso sexual no dia 07 de dezembro daquele ano. Em março de 2020 João de Deus deixou a cadeia e para para a prisão domiciliar, em Anápolis, voltando para o presídio em agosto de 2021. No mês seguinte, ele voltou para para o regime domiciliar, onde segue preso. Há mais 07 ações penais em curso pela mesma matéria contra João de Deus e vítimas diferentes. 

 

 

 

Leia mais

STJ: Uso de celular durante trabalho fora do presídio configura falta grave

Ministro Reynaldo Soares da Fonseca destacou que a saída autorizada para trabalhar não afasta as regras disciplinares do cumprimento da pena. A autorização para trabalhar...

Falha em assembleia não basta para devolver cargo a síndico que renunciou

Primeira Câmara Cível do TJAM revogou liminar que afastava o sucessor; relator, desembargador Cláudio Roessing, destacou carta de renúncia anterior à reunião e regra...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Gilmar manda MPF rever punição após conselheiros serem excluídos de votação sobre pena de procurador

Gilmar Mendes anulou suspensão de procurador da República e determinou nova votação sobre a punição, com participação de todos...

Anvisa aprova primeiro medicamento de GLP-1 oral para obesidade

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira (4), o registro para o medicamento Wegovy (semaglutida) com...

STJ: Uso de celular durante trabalho fora do presídio configura falta grave

Ministro Reynaldo Soares da Fonseca destacou que a saída autorizada para trabalhar não afasta as regras disciplinares do cumprimento...

Falha em assembleia não basta para devolver cargo a síndico que renunciou

Primeira Câmara Cível do TJAM revogou liminar que afastava o sucessor; relator, desembargador Cláudio Roessing, destacou carta de renúncia...