Nego Di é denunciado por lavagem de dinheiro, uso de documento falso e promoção de rifas

Nego Di é denunciado por lavagem de dinheiro, uso de documento falso e promoção de rifas

O comediante e ex-participante do Big Brother Brasil, Dilson Alves da Silva Neto, mais conhecido como Nego Di, foi denunciado pelo Ministério Público por envolvimento em três crimes relacionados à promoção de rifas virtuais ilegais. As acusações incluem estelionato, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e contravenção penal.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do GAECO, denunciou o influenciador e sua esposa. A investigação, que resultou na Operação Rifa$, revelou que Nego Di arrecadou R$ 2,5 milhões por meio de rifas ilícitas promovidas nas redes sociais entre novembro de 2022 e maio de 2024.

Além disso, ele foi acusado de fraudar uma rifa de um Porsche e R$ 150 mil em dinheiro. Os valores foram usados para adquirir bens de luxo, e o influenciador também teria falsificado um comprovante de doação de PIX. A denúncia aguarda decisão judicial.

Leia mais

Publicidade deve prevalecer sobre sigilo em avaliações funcionais

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu que a publicidade deve prevalecer sobre o sigilo nos processos de avaliação funcional da administração...

Contrato que prevê pagamento avulso obriga devedor a quitar parcelas não descontadas em folha

A Justiça Federal do Amazonas julgou improcedente a ação de um servidor público que buscava responsabilizar a Caixa Econômica Federal pela interrupção dos descontos...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

TRF3 mantém nomeação de candidato com tatuagem aprovado em concurso do Exército

A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) considerou que a existência de tatuagem não exclui...

Homem é condenado por peculato eletrônico

A 22ª Vara Federal de Porto Alegre condenou um homem pelo crime de peculato eletrônico. Segundo a denúncia, ele...

Autor de feminicídio é condenado a ressarcir o INSS por valores pagos em pensão por morte

A 1ª Vara Federal de Bento Gonçalves (RS) condenou o autor de um feminicídio a ressarcir o Instituto Nacional...

Proprietário de área rural é condenado por manter nove trabalhadores em condições análogas à escravidão

A 1ª Vara Federal de Rio Grande (RS) condenou o proprietário de uma área rural no município de Manoel...