Campanha de Lula se queixa de morosidade de TSE em derrotas jurídicas a Bolsonaro

Campanha de Lula se queixa de morosidade de TSE em derrotas jurídicas a Bolsonaro

Integrantes da campanha de Lula foram ao Ministro Alexandre de Moraes, no Tribunal Superior Eleitoral, e pediram que atue junto às plataformas para garantir a retirada de notícias consideradas fake news com maior agilidade. Nesse quadro, representantes de partidos coligados a Lula reclamaram que há morosidade para obtenção de vitórias junto à Corte Eleitoral, especialmente se comparada às respostas que o TSE dá a Bolsonaro e indicam uma maior velocidade na solução dos mesmos propósitos, como por exemplo o filme ligando o presidente Jair Bolsonaro -do PL- ao canibalismo, retirado em 24 horas, enquanto uma propaganda ofensiva a Lula, do PT, foi exibida por dez dias. 

O vídeo a que se referiu o PT datou do ao ano de 2016, em que Bolsonaro deu uma declaração ao tempo em que ainda era Deputado Federal, retirado de uma entrevista ao New York Times, quando firmou que só não participou de um ritual antropofágico na comunidade indígena Surucuru, em Vista Alegre, Rondônia, porque ninguém da sua  comitiva o acompanhou. “Eu queria ver o  índio cozinhado. Daí o cara: se for, tem que comer. Eu como”  foi a parte de fala de Bolsonaro usada na campanha petista e barrada pelo TSE. Lula havia retrucado, dizendo que não se aceita canibalismo. 

Os ataques nas redes sociais a Lula são intensos, e, segundo sua campanha, cresce o número de fake news, negativos para o desempenho do candidato, com bombardeios no WhatsApp, com tropeços do jurídico, da morosidade do TSE e da própria falta de estrutura que leva preocupação aos dirigentes petistas. 

Integrantes da campanha petista se queixam de lentidão para garantir na justiça a suspensão do que denominam de fake news, como exemplo a ameaça de fechamento de igrejas, tema nevrálgico que é muito explorado por Jair Bolsonaro que firma que  Lula pretende fechar igrejas, como fizeram governadores petistas durante a pandemia. 

Leia mais

Ainda que a punição por improbidade dolosa esteja prescrita, o dever de reparar o dano permanece

Sentença da Justiça Federal no Amazonas manteve ressarcimento de R$ 3,5 milhões mesmo após reconhecer prescrição das sanções contra ex-gestor; decisão está sob recurso...

Banco não pode alegar descuido de cliente para negar devolução quando falha na prevenção de golpe

Juíza Irlena Leal Benchimol reconheceu falha na segurança do Bradesco, mas considerou que a correntista também contribuiu para o golpe. Uma correntista enganada por um...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Ainda que a punição por improbidade dolosa esteja prescrita, o dever de reparar o dano permanece

Sentença da Justiça Federal no Amazonas manteve ressarcimento de R$ 3,5 milhões mesmo após reconhecer prescrição das sanções contra...

Porteiro que age com descuido e facilita furto obriga condomínio a indenizar morador

O condomínio sustentou que não poderia ser responsabilizado automaticamente pelo furto: seria necessário demonstrar uma falha de sua parte,...

Banco não pode alegar descuido de cliente para negar devolução quando falha na prevenção de golpe

Juíza Irlena Leal Benchimol reconheceu falha na segurança do Bradesco, mas considerou que a correntista também contribuiu para o...

Licença especial não usufruída por policial da reserva deve ser indenizada em dinheiro

Juíza Etelvina Lobo Braga condenou o Estado do Amazonas a pagar 12 meses de licença e 30 dias de...