Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) deverá usar a correta utilização é obrigatória

Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) deverá usar a correta utilização é obrigatória

No início deste mês, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou o Enunciado Administrativo 24/2022, que dispõe sobre a obrigatoriedade da correta utilização do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), que passará a ser usado pelos tribunais a partir do dia 1° de março de 2023.

Aprovado na 360ª Sessão Ordinária do CNJ, o BNMP é um sistema único e nacional e tem como propósito a geração, tramitação, cumprimento e armazenamento de documentos e informações relativas a ordens judiciais referentes à imposição de medidas cautelares, medidas protetivas, alternativas penais, condenações e restrições de liberdade de locomoção das pessoas naturais.

Vale destacar que o Enunciado Administrativo determina que se deve manter os cadastros de pessoas no BNMP de forma completa e atualizada, e cabe à autoridade judicial se certificar de que os campos relacionados à qualificação da pessoa foram devidamente preenchidos, tendo em vista que se trata de banco de dados público e de importância fundamental para a adequada gestão de políticas judiciárias e de segurança pública.

O documento objetiva a centralização e a integridade dos dados, essencial para evitar graves erros judiciários que comprometam a atuação dos órgãos de segurança pública e possam ocasionar a prisão ilegal de pessoas sem justa ordem judicial ou a indevida colocação em liberdade pela falha na atualização das informações no sistema. Com informações do TRF-1

Leia mais

Seguro prestamista individualizado e com informação afasta venda casada, decide Turma no Amazonas

Colegiado manteve improcedência de ação contra banco ao reconhecer contratação autônoma do seguro prestamista e cumprimento do dever de informação, afastando ilicitude e dano...

Faculdade demora mais de 3 anos para entregar diploma e é condenada a indenizar aluno em R$ 20 mil

A retenção injustificada de diploma universitário por período prolongado configura falha na prestação do serviço educacional e pode gerar indenização por dano moral, especialmente...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Seguro prestamista individualizado e com informação afasta venda casada, decide Turma no Amazonas

Colegiado manteve improcedência de ação contra banco ao reconhecer contratação autônoma do seguro prestamista e cumprimento do dever de...

Faculdade demora mais de 3 anos para entregar diploma e é condenada a indenizar aluno em R$ 20 mil

A retenção injustificada de diploma universitário por período prolongado configura falha na prestação do serviço educacional e pode gerar...

Controle judicial sobre decisões do TCU limita-se à legalidade e não alcança o mérito administrativo

O controle jurisdicional sobre atos do Tribunal de Contas da União não autoriza a revisão do mérito das decisões...

TSE declara inelegibilidade de Cláudio Castro por abuso de poder nas eleições de 2022

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para condenar o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), à...