Infiltrados petistas tentaram implantar bagunça no acampamento Bolsonarista disse George Souza

Infiltrados petistas tentaram implantar bagunça no acampamento Bolsonarista disse George Souza

Preso por atos antidemocráticos, pela Polícia Civil , George Washington Souza, em seu depoimento informou no inquérito instaurado em Brasília, que durante o período em que frequentou o acampamento montado em frente ao QG do Exército, no Distrito Federal, “percebeu que havia vários petistas infiltrados entre os ambulantes que passaram a envenenar os alimentos vendidos aos bolsonaristas com a intenção de desmobilizar os manifestantes, além de provocar tumultos e desordem entre as pessoas”.

George disse que “em posse dessas informações, há três semanas entrou em contato com um importante general do exército e reportou a ele tudo sobre os infiltrados petistas no acampamento e disse que em breve poderia haver um derramamento de sangue se nada fosse feito. No dia seguinte, os militares expulsaram todos os ambulantes do acampamento”.

George disse ainda que, “no dia 12/12/2022 houve o protesto contra a prisão do índio onde conversou com os PMs e os Bombeiros responsáveis por conter os manifestantes” que teriam lhe dito que não iriam coibir a destruição e o vandalismo desde que os envolvidos não agredissem os policiais.

Nessa linha de raciocínio George declarou em seu depoimento que “ali ficou claro para mim que a PM e o bombeiro estavam ao lado do presidente e que em breve seria decretada a intervenção das forças armadas”.

Como nada aconteceu, George declarou que resolveu elaborar um plano com os manifestantes do QG do Exército para provocar a intervenção das forças armadas  e a decretação do estado de sítio para impedir a instauração do comunismo no Brasil. 

“No dia 22/12/2022 vários manifestantes do acampamento conversaram comigo e sugeriram que explodíssemos uma bomba no estacionamento do Aeroporto de Brasília durante a madrugada e em seguida fizéssemos denúncia anônima sobre a presença de outras duas bombas no interior da área de embarque. E no dia seguinte, 23/12/2022, uma mulher desconhecida sugeriu aos manifestantes do QG que fosse instalada uma bomba na subestação de energia em Taguatinga para provocar a falta de eletricidade  e dar início ao caos que levaria a decretação do estado de sítio”, informou George. O plano não evoluiu. 

A falta de um carro para levar a bomba até a subestação de Taguatinga foi o motivo que levou George a fabricar a bomba que seria acionada por controle remoto. Depois, soube que a bomba havia sido apreendida pela polícia no dia seguinte, porque um comparsa, Alan, não teria seguido o plano original. 

 

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