Congresso busca fórmulas para que orçamento secreto se mantenha sob nova estrutura

Congresso busca fórmulas para que orçamento secreto se mantenha sob nova estrutura

O Congresso tem trabalhado para acelerar as discussões que possam reformular os critérios hoje empregados no uso de emendas parlamentares na aplicação de recursos públicos, denominados de Orçamento Secreto, procurando-se buscar novas fórmulas que tragam um pouco de transparência a atual metodologia usada, a fim de encontrar um meio termo, pois se aposta que o STF- Supremo Tribunal Federal, decida no sentido de que há ilegalidades no mecanismo atual.

A aposta é a de que uma medida advinda do Legislativo e até a imediata aprovação de uma resolução que discipline a matéria, até a próxima semana, poderia melhorar as relações com o Supremo Tribunal Federal que caminha para declarar a inconstitucionalidade do atual modelo. Há uma repulsa a um ‘suposto’ esquema envolvendo emendas de relator.

Há fortes suspeitas de que no Governo Bolsonaro tenha ocorrido a distribuição de recursos a pedido de parlamentares que estariam alinhados com o Governo, sem compromisso absoluto com o interesse público. O que se combate no orçamento secreto é que não se consegue identificar o nome do parlamentar que relatou sobre a necessidade desses recursos e tampouco qual o destino dado a eles, o que justificou o uso da expressão, ante a ausência de transparência, criado inclusive pelo Jornal o Estado de São Paulo. 

Aposta-se que o julgamento das ações que combatem o orçamento secreto no STF possa não ser julgada ainda neste ano, arrimado, inclusive, na estratégia a ser deflagrada durante a instrução desse julgamento, com o uso do tempo por advogados, representando partidos, durante a sustentação oral e outros ritos previstos. 

Leia mais

STJ absolve ex-prefeita e afasta ‘série de presunções’ em condenação no Amazonas

Para o ministro Ribeiro Dantas, a responsabilização criminal foi construída sobre uma “série de presunções” construída na peça acusatória e sem prova suficiente de...

Reclamar da falta de informação em contrato que se afirma inexistente é no mínimo incoerente

TJAM rejeitou recurso de consumidor que negava ter feito empréstimo consignado mas também sustentava que o contrato apresentado pelo banco não trazia informações claras. Reclamar...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

PGR defende quebra de sigilo de processo sobre pagamentos de Vorcaro

Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a retirada do sigilo sobre...

Mulher condenada por se passar por adolescente cumprirá pena em semiaberto harmonizado

A Vara de Execuções Penais da comarca de Joinville-SC autorizou o cumprimento, em prisão domiciliar e com monitoramento eletrônico,...

Familiares serão indenizados após troca de corpos em sepultamento

A 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve, em parte, decisão da 1ª...

Justiça Federal deve justificar pedido a juízo estadual para a prática de atos processuais

Por falta de justificativa do pedido, a Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a Justiça...