Congresso busca fórmulas para que orçamento secreto se mantenha sob nova estrutura

Congresso busca fórmulas para que orçamento secreto se mantenha sob nova estrutura

O Congresso tem trabalhado para acelerar as discussões que possam reformular os critérios hoje empregados no uso de emendas parlamentares na aplicação de recursos públicos, denominados de Orçamento Secreto, procurando-se buscar novas fórmulas que tragam um pouco de transparência a atual metodologia usada, a fim de encontrar um meio termo, pois se aposta que o STF- Supremo Tribunal Federal, decida no sentido de que há ilegalidades no mecanismo atual.

A aposta é a de que uma medida advinda do Legislativo e até a imediata aprovação de uma resolução que discipline a matéria, até a próxima semana, poderia melhorar as relações com o Supremo Tribunal Federal que caminha para declarar a inconstitucionalidade do atual modelo. Há uma repulsa a um ‘suposto’ esquema envolvendo emendas de relator.

Há fortes suspeitas de que no Governo Bolsonaro tenha ocorrido a distribuição de recursos a pedido de parlamentares que estariam alinhados com o Governo, sem compromisso absoluto com o interesse público. O que se combate no orçamento secreto é que não se consegue identificar o nome do parlamentar que relatou sobre a necessidade desses recursos e tampouco qual o destino dado a eles, o que justificou o uso da expressão, ante a ausência de transparência, criado inclusive pelo Jornal o Estado de São Paulo. 

Aposta-se que o julgamento das ações que combatem o orçamento secreto no STF possa não ser julgada ainda neste ano, arrimado, inclusive, na estratégia a ser deflagrada durante a instrução desse julgamento, com o uso do tempo por advogados, representando partidos, durante a sustentação oral e outros ritos previstos. 

Leia mais

Reconhecer direito de paciente não basta: cirurgia para Parkinson indicada por médico deve ser realizada

Sentença prevê bloqueio de verbas se o Amazonas não cumprir a ordem; tratamento foi considerado imprescindível por avaliação técnica. O reconhecimento do direito ao tratamento...

Golpe da falsa prova de vida esvazia conta e banco responde por não bloquear operações suspeitas

Juiz Francisco Carlos Gonçalves de Queiroz, da Vara Cível no Amazonas, condenou Bradesco e Bradesco Cartões a restituir R$ 16.899 e pagar R$ 10...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Empresa de assessoria previdenciária é condenada a devolver valores pagos por cliente

A Justiça de Santa Catarina (SC), condenou uma empresa de assessoria previdenciária a devolver os valores pagos por um...

Professora que puxou criança pelo agasalho tem justa causa mantida pelo TRT-2

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) manteve a dispensa por justa causa de professora de educação...

Autorização de uso de imagem não permite obrigar funcionária a gravar vídeos com roupas sensuais

A Justiça do Trabalho mineira condenou uma empresa do ramo varejista ao pagamento de R$ 7 mil por danos...

Vizinhos devem cessar barulho excessivo após perturbações que afetaram casal de idosos

A Justiça de Santa Catarina (SC) condenou quatro moradores a cessar perturbações reiteradas do sossego de um casal de...