Augusto Aras defende suspensão de MP assinada por Jair Bolsonaro sobre redes sociais no STF

Augusto Aras defende suspensão de MP assinada por Jair Bolsonaro sobre redes sociais no STF

O procurador-geral da República, Augusto Aras, requereu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que os efeitos da Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro sejam suspensos, até julgamento definitivo.

A Medida Provisória altera o Marco Civil da Internet, limitando a remoção de conteúdo nas redes sociais por ter que haver “justa causa” e “motivação” para a remoção de publicações. Jair Bolsonaro editou a MP em 6 de setembro, na véspera do feriado da Independência (7 de setembro). O texto beneficia aliados do presidente que são alvos de investigação do inquérito das fake news no STF, no momento em que Bolsonaro intensificou ataques, especificamente, ao Ministro Alexandre de Morais. A MP cria barreiras para a remoção de fake news, impondo uma série de restrições a provedores como Facebook, Twitter, Instagram, Youtube.

Augosto Aras se manifestou hoje (13/09), em seis ações diretas de Inconstitucionalidade (ADI’s) movidas pelos partidos PSB, PT, PSDB, novo, Solidariedade e PDT. No parecer, o procurador diz que a MP gera dificuldade ao combate de fake news para que se evitem postagens e situações de cunho criminoso, como disseminação de conteúdos falsos.

 

 

Leia mais

A proteção ao consumidor tem limites: quando o acordo já existe, o dano não se renova

O processo se originou  depois de um cancelamento indevido de linha telefônica, situação que já havia sido objeto de demanda anterior entre as mesmas...

Justiça reconhece assédio decorrente de vazamento de dados e manda empresa indenizar

Consumidora teve seus dados pessoais acessados indevidamente por terceiro em razão de falha na segurança de empresa prestadora de serviço de transporte, o que...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Rede social é condenada a reativar conta e indenizar usuária em R$ 3 mil por danos morais

A Justiça potiguar determinou que uma rede social deverá restabelecer, no prazo de 48 horas, o perfil de uma...

Ex-gerente da CEF e familiares são condenados por irregularidades na concessão de créditos

A 1ª Vara Federal de Erechim (RS) condenou três pessoas da mesma família e uma empresa de construção por...

Operadora de Saúde deve custear tratamento para criança com autismo

A 2ª Câmara Cível do TJRN manteve a obrigação de um Plano de Saúde de custear o tratamento multidisciplinar...

Madeireira deverá indenizar adolescente que atuava em uma das piores formas de trabalho infantil

O juiz Max Carrion Brueckner, da 1ª Vara do Trabalho de Taquara, reconheceu o vínculo de emprego entre um...