‘Índio do Buraco’ continua sem ser sepultado no que pese a ação do Ministério Público

‘Índio do Buraco’ continua sem ser sepultado no que pese a ação do Ministério Público

O Ministério Púbico Federal moveu ação civil pública contra a Funai, indicando ser demorada e excessiva a vinda de providências pelo órgão federal para o sepultamento do ‘índio do buraco’, como restou conhecido o indígena encontrado morto em Rondônia, da tribo do Tanaru. O indígena teve seu corpo encontrado pela polícia em agosto deste ano e se encontra, segundo o Ministério Público, apodrecendo na sede da Delegacia da Polícia Federal de Vilhena, Rondônia. 

O indígena ficou conhecido como ‘índio do buraco’ porque viveu durante anos sozinho no meio da Floresta Amazônica e ficava cavando buracos na terra, onde há grandes interesses de fazendeiros da agropecuária. Nesta área, há povos que optaram por se isolar da civilização. Após ser encontrado morto, o corpo do índio foi submetido à pericia, em Brasília e retornou a Rondônia, mas não foi enterrado. A Funai alega que ainda há outros procedimentos a realizar, mas não os justifica, o que levou o Ministério Público a mover a ação civil pública contra o órgão. 

Para o Ministério Público Federal houve tempo excessivamente longo, e, apesar de o corpo ter retornado de Brasília, onde os exames foram feitos, para Vilhena, a Fundai impede esse sepultamento. O prazo dado pelo juiz federal para que a Funai justificasse a omissão, terminou ontem, na sexta feira.

Leia mais

Risco de desabamento: Justiça mantém 11 imóveis interditados no bairro Aparecida, em Manaus

Sentença da Vara Especializada do Meio Ambiente da Comarca de Manaus confirmou liminar deferida anteriormente e determinou como mantida a desocupação e a interdição...

Homem é condenado a mais de 20 anos por matar a mãe e tentar matar a avó em Manaus

Em julgamento realizado pela 1.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, na última quarta-feira (19/8), um homem foi condenado a 20...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Risco de desabamento: Justiça mantém 11 imóveis interditados no bairro Aparecida, em Manaus

Sentença da Vara Especializada do Meio Ambiente da Comarca de Manaus confirmou liminar deferida anteriormente e determinou como mantida...

Homem é condenado a mais de 20 anos por matar a mãe e tentar matar a avó em Manaus

Em julgamento realizado pela 1.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, na última quarta-feira (19/8), um...

Uso do cartão pelo cliente com prova do contrato pelo Banco validam o negócio

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) decidiu que o uso do cartão de crédito...

Mesmo vendido na agência, consórcio não gera responsabilidade automática do Banco

A comercialização de um consórcio em uma agência da Caixa Econômica Federal, por si só, não torna o banco...