Bucchianeri decide que Bolsonaro também fica suspenso do direito de resposta contra Lula

Bucchianeri decide que Bolsonaro também fica suspenso do direito de resposta contra Lula

A Ministra Maria Claudia Bucchianeri, do TSE- Tribunal Superior Eleitoral,  dia após suspender, contra Lula, os direitos de respostas eleitorais a Jair Bolsonaro,  tomou igual deliberação em sentido inverso. De então, decisões que concederam direitos de resposta ao presidente Jair Bolsonaro, a desfavor de Lula, também restam suspensas, até que sobrevenha uma decisão do Tribunal Pleno do TSE.

No dia anterior, quinta-feira, a Ministra já havia lançado decisão na qual suspendeu 164 inserções de Lula no horário de Bolsonaro na televisão. Ontem, dia 22, sobreveio nova deliberação: Agora é a vez de Bolsonaro. Todos os direitos de resposta concedidos ao atual mandatário do Poder Executivo contra Lula, também ficam suspensos, ad referendum do Pleno do TSE.

As decisões de Bucchianeri, entretanto, estão sujeitas à discussão, pelos próprios candidatos interessados na esfera judicial e os temas se referem sempre à veiculação inserções sem o contexto publicitário político merecido para as eleições, dentro de um informativo voltado para o interesse publico, destoando para o campo das ofensas pessoais. 

Temas que ficaram suspensos vão desde ao fato de que Bolsonaro firmava que Lula de defender o aborto. Lado outro, do PT para Bolsonaro ajudava a financiar a milícia e o tráfico, além de citações referentes à compra de imóveis com dinheiro vivo da família do presidente. Agora é aguardar a posição do Plenário da Corte, e ela deverá vir celeremente, pois as eleições já são no próximo dia 30 de outubro.

Leia mais

STJ confirma decisão que manteve, no Amazonas, candidato em concurso e com direito a novo TAF

O Superior Tribunal de Justiça confirmou a decisão que garantiu a um candidato ao cargo de aluno soldado da Polícia Militar do Amazonas o...

Bradesco Saúde é condenada por impor carência indevida em caso de portabilidade no Amazonas

A portabilidade de carências, prevista na regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), não pode ser esvaziada por cláusula contratual que imponha novo...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

STJ confirma decisão que manteve, no Amazonas, candidato em concurso e com direito a novo TAF

O Superior Tribunal de Justiça confirmou a decisão que garantiu a um candidato ao cargo de aluno soldado da...

Bradesco Saúde é condenada por impor carência indevida em caso de portabilidade no Amazonas

A portabilidade de carências, prevista na regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), não pode ser esvaziada por...

Polícia Federal mira rede que difundia vídeos de abuso sexual contra mulheres sedadas

A circulação de conteúdo sexual obtido mediante incapacidade da vítima transforma violência em produto e a internet em meio...

Mecanismo automático de antifraude não justifica bloqueio de conta essencial ao negócio, decide Justiça

A invocação abstrata de mecanismos antifraude não basta para manter o bloqueio integral de conta quando a medida compromete...