Defensoria ajuiza ação para regularizar área ocupada por famílias indígenas no tarumã

Defensoria ajuiza ação para regularizar área ocupada por famílias indígenas no tarumã

A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), por meio da Defensoria Especializada em Interesses Coletivo (DPEIC), ajuizou uma ação para regularizar uma área, conhecida como comunidade Nações Indígenas, localizada no Tarumã, na zona Oeste de Manaus, para garantir o direito à moradia de famílias indígenas que se estabeleceram no local, desde 2011.

Atualmente, aproximadamente 2 mil famílias de treze etnias diferentes vivem na comunidade, que foi alvo de dois pedidos de reintegração de posse. No entanto, as ações foram suspensas 2012 e 2014.

“A Defensoria de Interesses Coletivos entrou com o processo de desapropriação judicial por posse de trabalho, porque, independentemente da questão referente a propriedade ou não da terra, há uma ocupação consolidada, onde as pessoas vivem pacificamente e existe o interesse público para que permaneçam no local. Nessa situação, é importante que haja uma regularização da área”, explica o defensor público Carlos Almeida.

Ação foi movida em parceria com a Defensoria Pública da União (DPU), Ministério Público Federal (MPF) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

“O processo estava encaminhando para uma manifestação de regularização da área, devido à alta quantidade de população estabelecida, inclusive a remoção implicaria em uma violação básica de direitos humanos. No período de 2019 a 2022, não houve andamento, por essa razão, a comunidade procurou a Defensoria”, afirma.

Com informações da DPE-AM

Leia mais

Execução de crédito previdenciário pode gerar honorários de sucumbência mesmo sem impugnação do INSS

A fase de execução de um crédito previdenciário nem sempre afasta a possibilidade de condenação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao pagamento...

Justiça não pode substituir comissão militar para conceder promoção por merecimento

A promoção de militares pelo critério de merecimento está sujeita à avaliação da Administração Pública e não pode ser determinada pelo Poder Judiciário apenas...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça mantém condenação de plataformas por bloqueio indevido de conta de usuário

Os juízes que compõem a 3ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública do Estado...

Construtora é condenada por falhas em imóvel e deve indenizar cliente em R$ 7 mil

Uma empresa de construção civil foi condenada por entregar um apartamento com defeitos em um condomínio localizado em São...

Execução de crédito previdenciário pode gerar honorários de sucumbência mesmo sem impugnação do INSS

A fase de execução de um crédito previdenciário nem sempre afasta a possibilidade de condenação do Instituto Nacional do...

TJSP declara do inexistente contrato de locação entre condomínio e estacionamento para uso de área comum

A 29ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo declarou inexistente contrato de locação firmado...